quarta-feira, 5 de julho de 2017

Foi um dos mais poderosos castelos beirões...

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O Castelo de Penamacor está localizado na vila, freguesia e concelho de Penamacor, no distrito de Castelo Branco. Foi construído no alto de uma rocha, entre a ribeira de Ceife e a ribeira das Taliscas, afluentes de um rio que deságua no Tejo...
Situado num cabeço rochoso, está integrado entre uma paisagem rural e a vila, terndo a torre de menagem isolada sobre grandes rochas de granito. 
À época da Reconquista cristã da península Ibérica, os domínios de Penamacor foram conquistados por D. Sancho I (1185-1211), que os doou à Ordem dos Templários, em 1189. A sua fundação remonta dessa altura, erguido sobre vestígios castrejos (anteriores à conquista romana da península Ibérica). 
Visando o seu repovoamento, uma década depois da doação (em 1199), o soberano concedeu Carta de Foral à povoação, ratificada em 1209. 
Datará possivelmente dessa época o início da edificação do castelo. Recentes pesquisas arqueológicas no Cimo da Vila, feitas em 2003, ainda não confirmam uma ocupação anterior. 
O relatório do resultado dessa campanha arqueológica refere que foram definidas “duas fases de ocupação mais significativas, com acentuadas diferenças ao nível dos respectivos materiais: uma dos séculos XIII e XIV, finalizada por destruição; outra dos séculos XV e XVI, terminada em abandono“.
Em 1262 D. Afonso III (1248-1279) ali instituiu uma feira anual. Depois, com D. Dinis (1279-1325) ergueram-se torres e extensas muralhas que cingiram a vila, enquanto com D. Fernando (1367-1383) e com D. João I (1385-1433) foram feitas novas obras nas muralhas - por causa das inovações que então surgiram na artilharia.
Já no século XVI, D. Manuel (1469-1521) adiciona-lhe a torre de vigia e mais tarde, durante a Guerra da Restauração, realizou-se o acrescento de novas muralhas, seis baluartes e três meio-baluartes.
Nesse século foi também construída a Casa da Câmara, integrada na porta de acesso à vila. Esta porta, juntamente com a imponente Torre de Menagem e algumas partes dos antigos baluartes seiscentistas são tudo o que resta daquele que já foi um dos mais poderosos castelos beirões.
Anos de abandono
A partir de meados do século XVII, no contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, Penamacor voltou a ter uma importância estratégica sobre a fronteira. 
Por isso, o Conselho de Guerra de D. João IV (1640-1656) determinou a modernização e reforço das suas defesas, visando a sua adaptação aos avanços da artilharia. Poucas décadas mais tarde, em 1739, um trágico acidente fez saltar a torre de menagem, então utilizada como paiol de pólvora, destruindo-a.
O progresso urbano registado no século XIX trouxe a retirada da guarnição militar de Penamacor e as muralhas foram progressivamente sendo destruídas: as pedras foram reaproveitadas pelos habitantes da região. 
Em 1874 Baltasar Pereira da Silva pediu autorização para se desmantelar um baluarte, tendo a Câmara concedido 30 carros de bois para o transporte do material…
O abandono manteve-se até ao início da década de 40 do século XX. Uma informação datada de 1933 dá conta de que a cisterna estava entulhada pela municipalidade, subsistindo cinco portas das antigas defesas. 
Tudo mudou a partir da instalação do Museu Municipal, nas dependências dos antigos Paços do Concelho, a partir de 1943. Do conjunto restam a ‘Domus Municipalis’ e a Torre de Menagem, numa das extremidades, onde se rasga uma porta de entrada para a antiga vila. Rodeando as escarpas do castelo medieval, notam-se ainda trechos dos antigos baluartes seiscentistas.
O castelo e a fortaleza de Penamacor foram classificados como Monumento Nacional por Decreto publicado em 1973. 
Em anos mais recentes, os acessos à Torre foram melhorados com a instalação de uma escada e um miradouro no seu topo. 
O conjunto da zona histórica da vila também sofreu algumas melhorias, com a recuperação da torre do relógio e da antiga ‘Domvs Municipalis’, onde a Câmara de Penamacor instalou o seu posto de turismo.
Penamacor
Acredita-se que a primitiva ocupação humana da região onde está implantada a vila de Penamacor remonte a um castro pré-histórico. “Alguns estudiosos pretendem ser esta localidade a terra natal de Vamba, último grande rei dos Godos, que governou a península entre 672 e 682”, lê-se na informação do site da autarquia na Internet. Por ali, terão cruzado celtas e túrdulos nas suas deslocações peninsulares. 
Quando as legiões romanas chegaram, depararam com a resistência dos lusitanos, tribos aguerridas que viviam essencialmente da pastorícia. O surto de romanização deixou marcas evidentes em toda a região, facto a que não é alheia a presença de Egitânia (Idanha-a-Velha) nas proximidades, um importante aglomerado urbano, ao que se crê, de fundação do imperador romano Augusto. Durante vários séculos o território foi sucessivamente ocupado por suevos, vandalos, visigodos e muçulmanos, até que, em finais do séc. XII, D. Sancho I consolida definitivamente a sua conquista aos mouros. 
Com uma população a rondar os seis mil habitantes, o concelho tem uma densidade populacional na casa dos 11,8 habitantes por quilómetro quadrado, pouco mais de metade da média da Beira Interior Sul e muito abaixo dos índices da Região Centro e nacionais. A economia do concelho gira, em grande parte, à volta dos recursos locais, com particular destaque para a silvicultura e a pequena indústria agro-alimentar baseada no olival e na criação de gado bovino, ovino e caprino. A exploração agro-florestal e o desenvolvimento turístico, tirando partido da paisagem, da ruralidade, dos próprios recursos hídricos, são ainda setores geradores de oportunidades de crescimento económico.

Posto de Turismo divulga marca Proença-a-Nova Origem e Beira Baixa Terras de Excelência

Posto de Turismo divulga marca Proença-a-Nova Origem e Beira Baixa Terras de Excelência

O renovado Posto de Turismo de Proença-a-Nova acolhe agora no seu interior duas novas áreas que têm como objetivo aliar à divulgação turística da região a mostra de produtos representativos do que melhor se faz em Proença-a-Nova e nos concelhos que compõem a Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB).
No caso da marca Proença-a-Nova Origem, o espaço incluiu a mostra de alguns dos produtos mais característicos do concelho, como o azeite, o mel, os licores, o vinho, os bolos secos, os queijos ou os enchidos, divulgando a loja online (disponível em www.proencanovaorigem.pt/lojaonline), onde é possível adquirir estes e outros bens, nomeadamente artesanato e a oferta de alojamentos locais. No caso da Beira Baixa Terras de Excelência, o Posto de Turismo acolhe a primeira gateway da CIMBB dedicada a promover o território e as suas potencialidades, um conceito que será replicado nos restantes concelhos que compõem a Comunidade: Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor e Vila Velha de Ródão.
Em comunicado enviado ao Diário Digital Castelo Branco, João Lobo, presidente da Câmara Municipal, afirma que esta é uma forma de potencializar um equipamento como o Posto de Turismo. “Hoje em dia, a promoção turística do território tem de ir além da simples enumeração dos locais a visitar e das experiências disponíveis. A gastronomia e a oferta de produtos locais são importantes complementos para que os turistas conheçam e saibam onde comprar produtos genuinamente nossos, criando valor para quem continua a apostar nos nossos recursos”, declara o autarca.
No caso da gateway Beira Baixa Terras de Excelência, João Lobo considera fundamental a promoção conjunta do território, com uma marca que quanto mais forte for, melhor será para os seis concelhos. “O nosso desafio enquanto comunidade é criarmos redes eficazes de promoção da marca Beira Baixa, em que teremos muitos mais argumentos para atrairmos uma parte dos milhões de turistas que estão a chegar ao nosso país”.
A primeira gateway Beira Baixa Terras de Excelência foi inaugurada pelo secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Amândio Torres, no primeiro dia da Festa do Município 2017, a 9 de junho. A requalificação do Posto de Turismo de Proença-a-Nova foi cofinanciada pelo PROVERE – Beira Baixa Terras de Excelência.

Esclarecimento do Lar Dona Bárbara Tavares da Silva

O Lar Dona Barbara Tavares da Silva, com sede em Penamacor, veio esta semana junto do Reconquista, através de uma nota de imprensa, veicular um pedido de esclarecimento de diversas situações.

O Lar Dona Barbara Tavares da Silva, com sede em Penamacor, veio esta semana junto do Reconquista, através de uma nota de imprensa, veicular um pedido de esclarecimento de diversas situações. A pedido da instituição, transcrevemos a referida nota:
"O Lar Dona Barbara Tavares da Silva, IPSS, registada na Direção Geral da Segurança Social com o registo nº 2/81 de 19 de Janeiro de 1981, com sede em Penamacor presta na presente data serviços a cerca de 191 utentes nas valências de Lar de Idosos, Centro de Dia e Apoio Domiciliário e Cuidados Continuados, contando com a colaboração de 123 funcionários, sendo atualmente o maior empregador do Concelho de Penamacor.
No ano de 2010 candidatou-se ao programa Modelar para a construção de uma Unidade de Cuidados Continuados, aprovada a candidatura, a instituição Lar Dona Barbara Tavares da Silva concluiu a construção da mesma em meados de 2013, tendo esta custado o montante de 2.398.500,00 € sem qualquer derrapagem financeira. Para financiamento da UCC, a instituição contou com o apoio da Administração Regional de Saúde do Centro, que comparticipou financeiramente no montante global de 750.000,00 € bem como, com o apoio do Município de Penamacor (executivo 2008-2013) num montante de 450.000,00 € tendo o remanescente sido suportado pela instituição e também com recurso ao crédito bancário. Ainda neste período a instituição investiu mais 650.000,00 € em remodelações essenciais designadamente, no melhoramento de quartos e espaços comuns nas valências de Lar, bem como a necessidade da adaptação da lavandaria e cozinha que são comuns a toda a instituição do Lar Dona Barbara Tavares da Silva. Contudo o programa MODELAR previa para a componente de equipamentos da Unidade de Cuidados Continuados uma verba (para além da comparticipação fixada na construção), que nunca foram disponibilizadas pelo referido programa. Entretanto em Setembro de 2013, a ARS Centro veio notificar a instituição Lar Dona Barbara Tavares da Silva, fixando o mês de Dezembro de 2013, como a data para abertura e funcionamento da mesma. Dado que a instituição tinha acabado de investir cerca de 3.000.000,00 €, e não tendo tido a comparticipação do programa MODELAR para financiamento do equipamento, veio junto do atual Presidente do executivo do Município de Penamacor, solicitar apoio financeiro para aquisição do equipamento necessário ao bom funcionamento da mesma, conforme tinha sido seu compromisso público durante sua candidatura autárquica de 2013. O compromisso para com a instituição foi assunção do pagamento da totalidade do equipamento necessário e que rondava os 350.000,00 €, conforme proposta de fornecimento apresentadas. Dado que essas verbas nunca foram disponibilizadas á instituição, apesar dos diversos apelos feitos em reuniões com o Presidente e Vice-Presidente do executivo, através de inúmeras cartas registadas sem resposta, nas respectivas datas 08/11/2016, 06/10/2016, 15/10/2014, 18/11/2013 a Instituição foi acumulando algumas dificuldades financeiras, tendo por isso atravessado nos últimos tempos uma situação critica que a conduziu a ter a necessidade de recorrer a um PER. Este recurso a um Processo Especial de Revitalização teve como finalidade principal chegar a acordo de pagamento com a empresa construtora dado que a instituição discordava dos últimos 3 autos de medição elaborados pela empresa construtora, e por isso nunca validados pela instituição, pelo fato de existirem inconformidades detectadas nesses mesmos autos, ao ponto de o assunto ter sido discutido em tribunal competente. Posto isto o Lar Dona Barbara Tavares da Silva, intentou recurso hierárquico, para o Tribunal da Relação de Coimbra, por entender ter razão e estar munido de relatórios técnicos que davam razão ao Lar Dona Barbara Tavares da Silva, contudo e dado que seria necessário a apresentação de uma garantia real para suspender a execução da condenação do tribunal de 1º instância, a Instituição não estava em condições de apresentar essa garantia, a empresa construtora de imediato avançou com a execução contra o Lar Dona Barbara Tavares da Silva.
Após esgotadas todas as possibilidades de entendimento entre a Instituição e a Empresa Construtora e face ao silêncio mantido pela Câmara Municipal de Penamacor quanto ao apoio em falta, optamos por iniciar um Plano Especial de Revitalização com o objetivo de eliminar o processo de execução. O referido PER que não chegou a ser implementado na totalidade mas durou 10 dias e permitiu reduzir e iniciar as negociações com a empresa credora, o qual culminou com a redução em cerca de 44 % da dívida. Esta redução deveu-se ao abatimento dos montantes referentes às irregularidades da construção e anomalias verificadas e atempadamente reclamadas. Para além desta redução, foi acordado a dilatação do prazo de pagamento para 24 meses sem custos acrescidos, o que é deveras vantajoso para a instituição.
Decorridas as negociações com sucesso, a direção do lar entendeu estarem reunidas as condições para finalizar o referido PER, o que ocorreu a 13/06/2017 através de edital afixado em 20/06/2017 pelo tribunal da Comarca de Castelo Branco.
lar Dona Barbara Tavares da Silva, finalizado o período conturbado de negociações, retomou a sua normal estabilidade económica. A instituição mais esclarece e informa que nunca estiveram em causa o bons serviços prestados aos utentes nem os salários e demais garantias dos seus inúmeros funcionários e colaboradores, nem tão pouco a viabilidade económica e a manutenção das respostas sociais que asseguradas no presente e perspectiva no futuro.
Penamacor, 26 de Junho de 2017
A Direção,"

In jornal "A Reconquista"

terça-feira, 4 de julho de 2017

AMP: PS FAZ BALANÇO DE MANDATO

Rádio Cova da Beira

A Assembleia Municipal de Penamacor (AMP) foi de balanço de mandato. Dois olhares diferentes sobre o trabalho de António Beites à frente do executivo, ambos da bancada do Partido Socialista. A coligação “Todos por Penamacor” entrou muda e saiu calada numa assembleia onde os aplausos e os assobios vieram todos da mesma bancada.

Já ninguém estranha em Penamacor, perto das eleições o PS, por este outro motivo, divide-se, concorre contra ele próprio, e aquece a campanha eleitoral que este ano poderia se um passeio para António Beites se o presidente da câmara não tivesse desbaratado o legado que o PS lhe deixou em 2013, frisou José Aníbal Birra, presidente da união de freguesias de Aldeia do Bispo, Águas e Aldeia de João Pires que confirmou a sua candidatura independente à união das três localidades “se não concorresse debaixo da sigla do PS eu não concorria com outra sigla partidária, iria como independente e dado que estamos a entrar no período que antecede a entrega das listas, lamento que o senhor presidente da câmara tenha depauperado um capital que o poderia levar a ter um passeio neste processo eleitoral”. O presidente da câmara de Penamacor, que é também o presidente da concelhia agradeceu o esclarecimento “fico satisfeito com essa sua afirmação, pelo menos esclareceu de uma vez por todas algum menos esclarecido nestas questões políticas”
José Aníbal Birra acusa o presidente da câmara de Penamacor de uma falta de diálogo “gritante” e de ter beneficiado a vila em detrimento das freguesias, nomeadamente a sua “discordo frontalmente do modo como o dinheiro foi canalizado quase na sua totalidade para Penamacor em detrimento das freguesias, em concreto às que presido. Porque eu não critico o presidente da câmara por, em algumas coisas, beneficiar a sua terra, lamento muito é que o meu conterrâneo, vice presidente da câmara, nunca tenha tido uma atenção para as freguesias, nomeadamente a freguesia de onde é oriundo”. 
Ausente por motivo de férias, foi António Beites que saiu em defesa do vice presidente Manuel Joaquim Robalo, ex-presidente da junta de Aldeia do Bispo “fica-lhe muito mal numa reunião destas, em que pela primeira vez vem falar pela negativa do meu vice presidente, logo quando ele está de férias, naturalmente que a situação lhe será transmitida e espero que na assembleia municipal de Setembro tenha a dignidade de retomar essas palavras na presença do meu vice presidente, seu conterrâneo”.
Quando regressar de férias, o vice presidente da câmara vai convidar José Aníbal Birra a visitar todos os locais de Aldeia do Bispo onde, segundo António Beites, já foram investidos, neste mandato, meio milhão de euros.
Outro balanço fez Guida Leal da bancada do Partido Socialista que enumerou alguns dos principais feitos do mandato “a enorme redução da dívida, a confiança que reconquistou junto dos fornecedores do município, as obras de requalificação que fez e projectou, os inúmeros eventos sociais e culturais, o alargamento da zona industrial, ainda assim não se fez tudo, sei que muitos são os projectos em curso e que terá oportunidade de continuar, porque acredito que será o presidente da câmara para os próximos quatro anos”.
Francisco Abreu, também da bancada do PS, entende que o actual executivo conseguiu concretizar projectos que estiveram anos ao abandono, mas admite que é mais de criticar do que aplaudir, por isso lembrou António Beites de duas importantes questões que estão ainda por resolver: o salão paroquial e a participação da câmara de Penamacor nas empresas Malcatur e GDTP.

Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Penamacor: Rodilhas viram arte

Trabalhos foram feitos pelos alunos da Academia Sénior de Penamacor.

As rodilhas decoram árvores e gradeamentos do jardim. Foto Adraces

O objeto popular que durante gerações andou à cabeça de muita gente serve hoje para fazer arte.
As rodilhas são as protagonistas de uma exposição ao ar livre que por estes dias enche de cor o Jardim da República, em Penamacor.
A iniciativa nasceu na Academia Sénior de Penamacor, através dos alunos de arte urbana orientados por Laurinda Mendes.
No jardim estão cinco mil rodilhas, penduradas nos troncos e nos ramos das árvores, nas esculturas e no gradeamento.
“Estas rodilhas ganharam vida pelas mãos destes alunos que com a estreita colaboração da professora ilustram o espírito de união, talento e esforço que se vive na Academia Sénior”, disse na abertura António Realinho, o diretor da associação Adraces, que promove a academia.
António Luís Beites também enalteceu o trabalho, falando da disponibilidade do município em apoiar a Academia Sénior também através dos seus funcionários, como é o caso de Laurinda Mendes “que contribui para que o trabalho da Academia a todos nos encha de orgulho”, cita a associação em comunicado.
A exposição vai continuar no jardim nos meses de verão.

In jornal "A Reconquista"

“ESPÍRITO COLABORATIVO É IMPRESCINDÍVEL”

Rádio Cova da Beira

O vice-presidente do Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches, em Penamacor, assume o cargo com alegria por integrar onde se revê e acredita “que juntos somos capazes”. Carlos Gaspar assume-se como “um da casa que faz o que a casa precisa que se faça. Procuraremos responder às expetactivas”, refere aquele responsável.

Na cerimónia de tomada de posse, da equipa diectiva do Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches, Carlos Gaspar assume como principal desafio “promover a auscultação e diálogo fecundos na procura de problemas existentes mas também de ouvir sugestões para os ultrapassar”.
Confiante no futuro do Agrupamento, Carlos Gaspar assume ser imprescindível a participação de todos (docentes, discentes, pessoal não docente e tutela) “activa, criativa e criticamente no projecto”.
Para além de Carlos Gaspar, tomaram também posse os adjuntos do Director, os docentes António Leandro, António Carita e Cristina Rodrigues. 

c/ Luís Seguro 

Autor: Paulo Pinheiro in "Rádio Cova da Beira"

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PENAMACOR: PROJECTO CENTRADO NOS ALUNOS

Rádio Cova da Beira

O novo director do Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches, em Penamacor, afirma estar consciente do “grande desafio” que vai enfrentar. Na cerimónia de tomada de posse, António Paralta defendeu que o processo de construção e desenvolvimento de políticas educativas centradas na melhoria continuada do sistema educativo “é tarefa de crucial importância para o futuro das nossas crianças e jovens”.

Para aquele responsável, no seio das escolas a dedicação dos professores, do pessoal não docente, das famílias e do poder local é fundamental para a motivação dos alunos com a qual “se vive e constrói a educação para todos”.
Nas suas novas funções, António Paralta reafirma que o seu projecto para o agrupamento é muto centrado nos alunos e no reforço da identidade das escolas que integram o agrupamento Robeiro Sanches
“Teremos de ter a ambição de o projectar estrategicamente para novos horizontes com todos os que o integram na construção de respostas educativas e formativas diferenciadas. Defendo que uma boa e eficaz gestão de qualquer agrupamento de escolas que tem como foco principal a promoção do sucesso dos alunos deve basear-se nos valores da participação acolhendo desse modo uma perspectiva de liderança que faz apelo à contribuição de todos” .
Numa sessão onde os intervenientes deixaram palavras de agradecimento e reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos pela ex-directora Helena Pinto, o presidente da câmara municipal deixou total disponibilidade em colaborar com o agrupamento “para melhorar e promover o sucesso educativo das nossas crianças”. Uma medida constante nas candidaturas apresentadas pelo município ao programa Portugal 20/20 e “estaremos aqui as vezes que sejam precisas para ajudar a atingir estas metas”, refere António Beites.
Outro parceiro do agrupamento é o Centro de Formação da Associação de Escolas da Beira Interior. O director do CFAEBI, Benjamim Luciano pretende, nos próximos meses, estar perto dos agrupamentos, também o de Penamacor
“Gostava imenso, e foi uma proposta que fiz à câmara municipal de Penamacor, que esta escola (EB 2/3 Ribeiro Sanches) tivesse uma sala de aula moderna, que fosse exemplo para muitos professores, e que o Centro pudesse proporcionar a formação aos docentes por forma a utilizá-la, que é outro dos problemas que temos no país: há muitos quadros interactivos nas escolas e porque é que são utilizados como telas de vídeo projecção. Gostava que isso não acontecesse”, defende Benjamim Luciano.

c/ Luís Seguro

Autor: Paulo Pinheiro in "Rádio Cova da Beira"

ESTALOU O VERNIZ ENTRE O LAR E A CÂMARA DE PENAMACOR

Rádio Cova da Beira
Direcção do lar D. Bárbara Tavares da Silva diz que a situação financeira do grupo é sustentável mas admite graves dificuldades que a levaram a recorrer a um Plano Especial de Revitalização (PER). Em conferência de imprensa, Domingos Torrão lamentou ainda a falta de apoio da câmara de Penamacor que acusa de “destratar” a instituição. O presidente da autarquia penamacorense, António Beites, já reagiu e acusa a direcção do lar de falta de transparência e frontalidade.

O facto de terem perdido uma acção movida pela Certar, empresa responsável pela construção da Unidade de Cuidados Continuados (UCC), os atrasos de quatro meses nos pagamentos por parte da administração central e o facto da câmara de Penamacor não ter cumprido com o apoio prometido, levou o grupo a recorrer a um Plano Especial de Revitalização (PER) que, apesar de ter durado apenas 10 dias, permitiu negociar com a empresa a redução da dívida de 280 para 175 mil euros e o seu pagamento faseado a partir de Janeiro do próximo ano.
“Nós vamos começar a pagar à Certar, a partir de Janeiro de 2018 e durante 24 meses, o que nos permite nestes seis meses termos uma almofada financeira e uma estabilidade para fazermos face ao futuro da instituição que nunca esteve em risco mas começava a ser penoso no final de cada mês andarmos com a situação de quando é que teremos que pagar à Certar”. Explicou Domingos Torrão.
A dilatação do prazo de amortização da dívida, que o grupo contraiu junto da banca para pagar o investimento na UCC, até ao próximo ano vai também ajudar a regularizar a dívida com os restantes fornecedores, num valor próximo dos 200 mil euros “estes seis meses vai permitir-nos negociar com os fornecedores e pagar-lhes aquilo que reconhecemos que tem sido o atraso da nossa parte, e a quem agradecemos a compreensão”.
O presidente da direcção do lar D. Bárbara Tavares da Silva, garante que o pagamento dos salários aos 123 funcionários nunca esteve em atraso e que no final do mês todos vão receber o subsídio de férias a que têm direito. Os órgãos sociais decidiram tornar pública a situação para evitar “rumores” e “boatos” de que o lar estaria em situação de falência e que os salários já estariam a ser pagos por outros. A situação financeira é difícil mas está controlada e estaria resolvida se a câmara de Penamacor cumprisse com a promessa de apoiar a instituição em 350 mil euros como, segundo Domingos Torrão, foi prometido pelo então candidato socialista à câmara de Penamacor, António Beites “e sempre ficámos à espera que olhassem para a instituição da forma que merece ser olhada e nunca destratada da foram como eu acho que tem sido destrata, não sei porquê, agora que não misturem as coisa, aliás, tenho que lhes dizer que eu não sou candidato a nada, não me quero envolver na política”.
Domingos Torrão entende que o município não está a cumprir a sua obrigação social em relação ao lar D. Bárbara Tavares da Silva e para além do subsídio que nunca foi pago, no actual mandato nunca foi cumprido o que a benemérita deixou em testamento de que as rendas e os rendimentos das 143 propriedades que deixou à época ao município reverteriam a favor do lar “além daquilo que temos direito por legado, por testamento, do qual não pode haver desconhecimento, sentimos que houve aqui alguma segunda intenção que o lar, após a construção da UCC, funcionasse o pior possível”.
O Grupo D. Bárbara Tavares da Silva reúne além do lar, a unidade de cuidados continuados com 30 camas, três centros de dia e apoio domiciliário num total de 191 utentes e 123 funcionários.
Contactado pela RCB o presidente da câmara de Penamacor lamenta que a direcção do lar esteja a atribuir responsabilidades à câmara de Penamacor por uma gestão de que não é da sua responsabilidade e nega que algum dia tenha prometido 350 mil euros ao lar D. Bárbara Tavares da Silva “acho profundamente inqualificável que estejam a querer desviar as responsabilidades para o actual presidente da câmara, não aceito responsabilidades nesta matéria e aliás nego o que foi dito porque nunca o actual executivo prometeu 350 mil euros ao lar D. Bárbara”.
António Beites rejeita assim responsabilidades de uma situação que só conheceu recentemente, numa reunião que teve com a direcção do lar que acusa de falta de transparência e frontalidade “nunca houve transparência nem frontalidade nas questões financeiras entre a actual direcção do lar e o actual executivo da câmara e apenas em Fevereiro de 2017 conseguimos ter uma reunião onde pela primeira vez foram apresentadas as questões financeiras da instituição, na mesma reunião manifestei a minha enorme preocupação pelo estado da instituição”.
Quanto às obrigações da câmara em relação ao lar, o autarca garante que desconhecia este legado deixado em testamento por D. Bárbara Tavares da Silva e que os montantes em causa são irrisórios “eu desconhecia o legado mas os valores que estamos a falar são completamente irrisórios, mas também quero acrescentar que nos últimos 12 anos nunca foi transferido um único cêntimo deste legado, e aliás, nem tão pouco o valor das vendas de algumas propriedades, de montantes avultados, foram transferidas para a instituição”.
Recorde-se que a autarquia aprovou um subsídio de 100 mil euros ao lar D. Bárbara Tavares da Silva, com os votos contra dos dois vereadores da oposição, 50 mil dos quais já transferidos.

Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

ADRACES entrega diplomas às Academias Seniores de Vila Velha de Ródão e Penamacor

ADRACES entrega diplomas às Academias Seniores de Vila Velha de Ródão e Penamacor

A Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro Sul (ADRACES ), entidade que dinamiza as Academias Seniores de entregou, na festa de encerramento do ano letivo, os diplomas de frequência às duas centenas de alunos que participaram no projeto de aprendizagem ao longo da vida.
Numa parceria entre a ADRACES e as Câmaras Municipais de Vila Velha de Ródão e Penamacor, integradas na Rede de Universidades da Terceira Idade (RUTIS), as Academias Seniores puseram um ponto final ao ano letivo numa celebração que reuniu em festa cerca de duzentos alunos e 50 professores na iniciativa, que tem como principal objetivo promover um momento de confraternização entre alunos e docentes antes da interrupção para as férias de Verão.
Em Penamacor estão cumpridos três anos de atividades que valorizam os seus 124 alunos e 25 professores. António Luís Beites, o presidente do município afirma em comunicado enviado ao Diário Digital Castelo Branco que “hoje a Academia Sénior é já uma referência incontornável em Penamacor” e concluiu que o empenho de todos “torna esta Academia atrativa, dinâmica e interessante”.
Lê-se na mesma nota de imprensa que António Realinho, diretor da ADRACES, refere que os últimos três anos, “temos conseguido e diria mesmo excedido todas as expectativas. Fizemos das fraquezas forças e captámos a atenção e o interesse de um número crescente de alunos interessados e professores qualificados sem esquecer a importância que o dia-a-dia desta Academia tem na vida de tantos”.
Em Vila Velha de Ródão, o responsável da Academia Sénior que encerra o ano letivo com 130 alunos e 20 professores frisa que “este projeto tem em si a realização das pessoas que desde a primeira hora perceberam a importância que a Academia tem nas suas vidas, porque é através das atividades que aqui desenvolvem que se sentem úteis, felizes e valorizadas. E quando um projeto destes tem esta dimensão não poderíamos estar mais satisfeitos”.
António Realinho é ainda perentório ao afirmar que “o sucesso das Academias de Vila Velha de Ródão e Penamacor só foi alcançado com esta dimensão porque as respectivas Autarquias, em particular os seus presidentes, Luís Pereira e António Beites, se empenharam desde a primeira hora com a capacitação dos recursos das autarquias ao serviço da causa que é de todos. Sem o apoio das autarquias, das Juntas de Freguesia, dos Agrupamentos de Escolas de Vila Velha e Penamacor, os Bombeiros, a GNR, Casa de Artes de Vila Velha, Biblioteca Municipal de Vila Velha e Penamacor e particularmente do voluntariado dos professores nunca seria possível o projeto alcançar a dimensão que tem”.
Luís Pereira, presidente da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, lembra no comunicado de imprensa a importância do projeto para as pessoas referindo que “hoje é tão importante estar aqui como é estar a inaugurar uma grande obra”. Para o autarca, “esta academia é um bom exemplo de quando as instituições funcionam e funcionam bem e têm capacidade para dialogarem e perceberem o que é importante para o seu território”. Para Luís Pereira “foi muito fácil fazer acontecer este projeto, primeiro porque há um bom relacionamento entre a ADRACES e a autarquia e, em segundo lugar, porque tem a capacidade e a dinâmica dos técnicos envolvidos e dos professores voluntários”.

MALCATA GANHA DUAS PORTAS DE ACESSO

Rádio Cova da Beira

Os municípios de Penamacor e Sabugal apresentaram uma candidatura conjunta, no valor de 400 mil euros, para dotarem os respectivos concelhos de uma porta de entrada na Reserva Natural da Serra da Malcata. No caso de Penamacor o centro interpretativo da Malcata ficará situado num edifício que já existe, junto à torre de menagem, e que vai ser requalificado e adaptado.

“Pretende ser um centro interpretativo da paisagem, é o primeiro cartão de visita para o turista quando chegar ao nosso território na promoção e na abordagem ao património natural que temos na Malcata”.
Segundo o presidente da câmara de Penamacor o bom relacionamento que existe neste momento entre os dois municípios e o ICN-F vai permitir tirar partido de todo o potencial turístico que tem a Malcata “esperemos ter aqui finalmente um aproveitar deste potencial e que, sinceramente, no passado não foi aproveitado da melhor forma porque é um paraíso natural fabuloso, único em Portugal, e que as condicionantes de acesso que têm sido aplicadas no terreno são desajustadas ao potencial que tem a serra”.
O autarca espera que os dois centros interpretativos da Malcata, em Sabugal e Penamacor, que terão conteúdos interactivos e vão permitir visitas virtuais à fauna e flora da Malcata, sirvam de portas de entrada à visitação na Reserva Natural onde além de novos empreendimentos de turismo rural existe uma rede de percursos pedestres e de BTT.

Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Convívio Anual 2017

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IV CAMINHADA SOLIDÁRIA EM PEDROGÃO DE SÃO PEDRO

Rádio Cova da Beira
A Liga dos Amigos de Pedrogão de São Pedro (Penamacor) desafiou este sábado os cidadãos a caminharem por uma causa solidária, que se materializa no apoio que a instituição dá aos idosos daquela aldeia do concelho de Penamacor.

Cerca de 150 pessoas participaram no evento "uma moldura humana que nos surpreendeu pela positiva. Estamos satisfeitos porque o povo deu um voto de confiança à Liga", afirma o presidente da direcção da Liga dos Amigos de Pedrogão de São Pedro.

A oportunidade foi também aproveitada para a bênção de uma nova viatura, efectuada pelo pároco Tarcísio Duarte, "é o colmatar de uma lacuna que sentimos desde o início da criação da associação, há cerca de seis anos. No Inverno, debaixo de intempéries, as nossas colaboradoras andaram à chuva e muitas vezes utilizaram os veículos próprios para distribuir a alimentação aos utentes. É muito importante esta nova viatura", refere Hugo Penedo.

A Liga dos Amigos de Pedrogão de São Pedro serve actualmente 150 refeições diárias, presta apoio a 105 utentes e tem 14 funcionárias. O próximo objectivo é a requalificação da cozinha. Aproveitando a presença do presidente da câmara municipal de Penamacor na iniciativa, o presidente da Liga solicitou a autarca apoio para concretização desse projecto “as actuais condições, que demos a conhecer ao chefe do executivo de Penamacor, não são as mais adequadas. Espero que em breve a nova cozinha seja uma realidade”, afirma Hugo Penedo.

Autor: Paulo Pinheiro c/ Luís Seguro in "Rádio Cova da Beira"

terça-feira, 16 de maio de 2017

INTERVENÇÃO CONCRETIZADA

Rádio Cova da Beira
Estão concluídos os trabalhos de ampliação do cemitério de Penamacor. A obra representou um investimento de 159 mil euros e, para além do aumento do número de campas, permitiu também requalificar algumas das áreas mais degradadas daquele espaço.

De acordo com o presidente da câmara municipal tratava-se de uma intervenção necessária no sentido de melhorar a dignidade daquele espaço e que há muito era reivindicada “estas não são as obras que mais queríamos concretizar mas são intervenções que tem de ser feitas porque somos concelhos com gente idosa e onde infelizmente se verificam muitos óbitos. Neste caso para além da ampliação foi também possível realizar uma requalificação profunda no cemitério porque era um espaço que merecia ter esta dignidade e era uma obra que há muito era reivindicada pela população”.
António Beites sublinha que ainda há necessidade de proceder a alguns arranjos na parte exterior do cemitério mas não se trata de uma obra com carácter de urgência “a grande necessidade que tínhamos era mesmo proceder ao alargamento do espaço; é certo que ainda há necessidade de proceder a algumas obras ao nível dos arranjos exteriores, nomeadamente na parte de trás da zona que foi ampliada. É uma intervenção que será feita a ser tempo”.
A cerimónia de bênção destes trabalhos foi presidida pelo bispo da diocese da Guarda. De acordo com D. Manuel Felício “tudo o que possa lembrar às pessoas esta dimensão que também é importante da vida e tudo aquilo que a pode dignificar isso é um bem que fazemos às pessoas. Os cemitérios são lugares de exercício da memória e em que procuramos afectivamente fortalecer a relação com os que partem mas são também espaços onde dignificamos os vivos e damos valor à vida”. 

Autor: Nuno Miguel in "Rádio Cova da Beira"

FEIRA INTERCULTURAL EM PENAMACOR

Rádio Cova da Beira
O jardim municipal daquela vila acolheu, pela primeira vez, a realização deste certame. Artesanato, velharias, antiguidade e gastronomia foram algumas das principais notas deste certame que foi visitado pelo presidente da assembleia municipal. Anselmo Cunha sublinha que se trata de um evento com características diferentes do habitual mas que acaba por promover uma maior ligação ao concelho dos cidadãos estrangeiros que residem em Penamacor.

“Este é um evento que tem características distintas daqueles a que estamos habituados; esta feira mobilizou um conjunto de pessoas que não estão propriamente sintonizadas com a cultura local uma vez que os seus principais protagonistas são estrangeiros. Todavia isso é algo muito positivo uma vez que a interculturalidade é sempre um elemento que temos de ponderar porque temos sempre de aprender alguma coisa com os outros”.  
Uma aposta que o presidente da assembleia municipal de Penamacor acredita que vai ter continuidade e que tem condições para se afirmar dentro do quadro de realizações daquele concelho “é um certame que tem potencialidades uma vez que juntou aqui um conjunto de produtores locais mas também vários produtores estrangeiros que vieram aqui expor os seus produtos e esta interculturalidade acaba por ser positiva para todos; quer para as pessoas que estão a expor quer para o concelho”.

Autor: Nuno Miguel in "Rádio Cova da Beira"

segunda-feira, 15 de maio de 2017