segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

AMP ELEGE NOVA MESA

Rádio Cova da Beira

Na sequência da saída de Jorge Seguro da presidência da mesa da Assembleia Municipal de Penamacor (AMP), na última sessão foi eleita uma nova mesa presidida por Anselmo Cunha, António Pinto é o primeiro secretário e Sandra Vicente a segunda secretária. Quanto a Jorge Seguro, actual secretário de estado da energia, vai ocupar o lugar de eleito na bancada do Partido Socialista. 

Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

LINCE REGRESSA À MALCATA EM 4 ANOS

Rádio Cova da Beira

O ministro do ambiente anuncia plano para reintroduzir o lince na Serra da Malcata, dentro de 3 a 4 anos. Segundo Matos Soares, o governo está a preparar uma candidatura, que apresentará em Maio, com esse objectivo. 

“O ministério do ambiente assume agora o compromisso de definir um plano para reintroduzir o lince na Serra da Malcata, já em Maio, nas candidaturas que vão abrir ao POSEUR (Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recurso), no domínio da conservação da natureza, uma das candidaturas que iremos apresentar é esta, plano esse que é absolutamente compatível com o esforço de ter naquela zona um espaço cinegético ordenado.”
Matos Fernandes, em entrevista à Antena 1, diz que caça e lince podem perfeitamente coabitar na Malcata “a caça existe em quase todas as áreas protegidas do país, aquilo que encontrámos para a reintrodução de uma espécie tão simbólica e que esteve virtualmente extinta que é o lince ibérico, o sítio onde ele foi reintroduzido foi numa zona de caça controlada que é no vale do Guadiana”.
O governante aguarda que no prazo de um ano seja apresentado um plano de caça para coordenar com o plano de reintrodução do lince, que deverá acontecer dentro de 3 a 4 anos. Em Outubro do próximo ano deverá ser possível a caça ao javali e dentro de três anos ao veado e corso. De fora ficarão a perdiz e o coelho, este último alimento essencial para o lince.
Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

ARU: AUTARCAS QUESTIONAM CRITÉRIOS DE ESCOLHA

Rádio Cova da Beira

Os autarcas da União de freguesias de Aldeia do Bispo, Águas e Aldeia de João Pires e de Aranhas, contestaram, na última reunião da Assembleia Municipal de Penamacor (AMP), os critérios de criação da Áreas de Regeneração Urbana (ARU). 

José Aníbal Birra, presidente da União, foi o primeiro a questionar a autarquia sobre os critérios de escolha “queria ouvir do Sr. Presidente quais foram os critérios para que tivesse aparecido Aldeia de João Pires e não ter aparecido pela ordem (da União) Aldeia do Bispo, Águas e Aldeia de João Pires?”
Também António Lopes Geraldes questiona os critérios de selecção, lamentando que a sua freguesia não tenha sido incluída uma vez que o evento “Ainda Agora aqui cheguei”, em Aranhas, tinha subjacente a recuperação do centro da aldeia “uma delas foi a de dar vida ao centro urbano da freguesia, para isso pedi à população da minha terra para que abrissem as portas das suas casas, as restaurassem, a quase totalidade dos proprietários aderiram ao projecto, algumas já submeteram o projecto de recuperação do edifício, outras têm esse desejo. Com a aprovação das ARUS em algumas freguesias do nosso concelho e a freguesia de Aranhas não ter sido contemplada, nem nas primeiras três nem nas primeira seis, vejo com muita dificuldade entender os critérios que levaram à selecção das freguesias”.
Na resposta António Beites, presidente da câmara de Penamacor, garante que até final do ano todas as freguesias do concelho terão a sua Área de Regeneração Urbana “não estamos aqui na óptica de estar a excluir ninguém deste processo, mas os processos têm que ir sendo elaboradas, têm os seus custos e levam o seu tempo, a nossa pretensão é ter até fina do ano todas as freguesias contempladas com as ARUS e benefícios fiscais associados para que possamos dar um contributo à requalificação urbana do nosso património”.
O autarca de Aranhas foi o único a votar contra a criação de três novas ARUS (Pedrógão de S. Pedro, Meimoa e Aldeia de João Pires, que vêm juntar-se às que já existiam na vila, Benquerença e Bemposta.

Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

"UMA BOA NOTÍCIA PARA OS NOSSOS TERRITÓRIOS"

Rádio Cova da Beira

A reintrodução do lince na Reserva Natural da Serra da Malcata é uma decisão muito positiva para toda a região, refere o presidente da câmara municipal de Penamacor. António Beites reage assim ao anúncio do Ministro do Ambiente de um plano para, dentro de três a quatro anos, a reintrodução do lince naquele espaço ser uma realidade. 

"Acima de tudo é fazer justiça aos territórios onde estiveram presentes os últimos linces em Portugal. No ano transato as coisas não correram bem, felizmente que agora há uma proposta governativa de reintrodução do lince na Serra da Malcata. Aplaudimos esta iniciativa e da nossa parte tudo o que for necessário em prol da colaboração para que tal projeto aconteça estaremos totalmente disponíveis", afirma á RCB o autarca de Penamacor.
António Beites lembra  que o processo terá que contar com a envolvência do município do Sabugal, dado que a RNSM é repartida entre os dois concelhos, e que já estava ser analisado pelas autarquias
"Nós gostamos muito que o lince regresse à Serra da Malcata também para a promoção turística desta espécie no nosso território. Isto é perfeitamente compatível com com uma gestão cinegética com um plano devidamente ordenado e é para isso que estamos a trabalhar sempre em prol da defesa da biodiversidade mas tendo presente que um dos fundamentos  para que o objetivo se concretize passa pela criação de um habitat com condições para a que o Lince Ibérico possa voltar a este território", defende o edil de Penamacor.

Autor: Paulo Pinheiro in "Rádio Cova da Beira"

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Zona de caça causa discussão entre Governo e associações


António Gil defende a diminuição de javalis
Associações e alguns partidos exigem que medida seja suspensa.
Vai ser de novo possível caçar na zona sul da Reserva Natural da Serra da Malcata, após 23 anos de proibição. A revogação da portaria de 1993 abriu uma guerra de palavras que tem de um lado Ministério do Ambiente, Câmara de Penamacor e clubes de caçadores e do outro associações e partidos de defesa ambiental. A Quercus foi a primeira a reagir à decisão e acusa o Governo de "ceder à pressão do lóbi da caça", contestando a opção por "colocar em causa a recuperação de várias espécies que se encontram a recuperar na zona: o corço, o veado ou o coelho, e ainda de espécies em perigo, como o lince, o lobo ou o abutre-preto". Os Verdes questionaram o Governo e prometem "desenvolver esforços para suspender ou revogar a decisão" que consideram "um erro que põe em causa os objetivos de conservação da reserva e a preservação do lince". Para António Gil, presidente do Clube de Caça e Pesca de Penamacor, esta é uma falsa polémica: "A caça vai ser aberta apenas ao javali, o principal responsável pela diminuição de linces, já que concorre pela mesma fonte alimentar: o coelho." O caçador acredita que para reintroduzir o felino "é fundamental diminuir a população de javalis, em excesso na Malcata, e desbastar as zonas de mato denso que dificultam o movimento do lince na procura de comida". António Luís Beites, presidente da Câmara de Penamacor, que promoveu o projeto em parceria com o Instituto de Conservação da Natureza e ministérios do Ambiente e da Agricultura, diz que os detratores da zona de caça "têm um profundo desconhecimento da realidade" e defende que, "além do benefício económico do turismo de caça, a medida facilitará a gestão do habitat e da sua biodiversidade".

Autor: Alexandre Salgueiro in "Correio da Manhã"

Penamacor: Caminhada do Pina Ferraz ajuda bombeiros

Segundo a organização o valor total das inscrições será doado para a compra de novos capacetes para os bombeiros.
O Pina Ferraz acolhe crianças e jovens. Foto IPF

O Instituto Social Cristão Pina Ferraz, em Penamacor, vai organizar a 2 de abril a terceira edição da Caminhada Solidária, cujas receitas revertem para os bombeiros voluntários do concelho.
O encontro está marcado para o Campo Frio, na aldeia do Salvador.
Segundo a organização o valor total das inscrições será doado para a compra de novos capacetes. 
A receita obtida nas duas primeiras edições da caminhada foi aplicada na construção da cobertura para o pátio das brincadeiras do Centro Escolar de Penamacor e na melhoria  das condições de acolhimento das crianças do pré escolar da Santa Casa da Misericórdia de Penamacor.

In jornal "A Reconquista"

Lince regressa a "casa"


O Governo está a preparar um plano para reintroduzir o lince ibérico na Serra da Malcata.

Daqui a três, ou, no máximo, cinco anos, a Serra da Malcata vai voltar a ter lince Ibérico, a conviver com uma zona de caça.
O Ministro do Ambiente revelou, em entrevista à agência Lusa que "em maio, quando abrem as próximas candidaturas do POSEUR [programa operacional sustentabilidade e eficiência no uso de recurso] no domínio da conservação da natureza, apresentar uma candidatura para reintroduzir o lince na Serra da Malcata".
Para o ministro Matos Fernandes, "a expectativa de sucesso que temos é de em três, quatro, cinco anos podermos ter condições para que o lince possa voltar à Serra da Malcata".
Para cumprir este objetivo, "é fundamental que também o Estado cumpra a sua função" com a instalação de alguns cercados com coelho bravo e pequenas mudanças, como "fazer alguns pequenos prados, com mosaicos na paisagem que tenham zonas de refúgio, tanto para o lince como para as presas, em comum e em associação com a gestão daquele espaço como uma zona de caça", explicou o ministro.
"Acredito que, no final deste ano, já estaremos em condições de poder iniciar no terreno as intervenções que conduzirão a que, num prazo que infelizmente nunca será muito curto, volte a haver lince na Serra da Malcata", realçou o governante.
A existência de alimento, ou seja, coelhos bravos, é fundamental para a decisão de libertar os linces.
A densidade de coelhos bravos por hectare recenseada na Serra da Malcata era de 0,29 quando o programa LIFE, que tem financiado a reintrodução do lince na Península Ibérica, diz que tem de haver um mínimo de dois coelhos bravos por hectare, lembrou João Matos Fernandes.
Assim, concluiu, "não há quaisquer condições para hoje poder reintroduzir o lince na Serra da Malcata".
Caça na Malcata
O lince tem sido introduzido em Portugal com sucesso, ainda que seja uma experiência recente, no Vale do Guadiana, onde há densidade "da ordem dos 3,5 coelhos bravos por hectare, tudo isto em zonas de caça ordenada", frisou ainda.
Desde 2005, existe um plano de ordenamento territorial na Serra da Malcata que "claramente aponta a caça como uma atividade económica importante também para a melhoria do habitat", nomeadamente pela introdução de espécies autotones, como coelhos bravos, o alimento do lince.
Assim, "pareceu-nos importante, seguindo o conselho técnico do ICNF [Instituto da Conservação da Natureza e Florestas], permitir a caça ordenada naquela parcela da Serra da Malcata", explicou o ministro, mas alertou que, para haver caça na área, o Governo tem de aprovar um plano e "a única espécie que está previsto poder caçar-se, na melhor das hipóteses daqui a um ano e meio, é o javali".
João Matos Fernandes insistiu que "não há quaisquer condições na Serra da Malcata, por exemplo, para caçar coelhos ou perdizes".
O Ministério só vai aceitar uma caça de espera ou acompanhada por um profissional que trabalhe na reserva de caça, garantiu.
A revogação da portaria que interditava a caça da Serra da Malcata, que o Ministério esclareceu ter sido só na zona sul, deu origem a várias críticas dos ambientalistas, assim como de alguns partidos, como o PAN, os Verdes ou o Bloco de Esquerda.
In TSF

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

PENAMACOR ALARGA ARUS

Rádio Cova da Beira

O concelho de Penamacor tem três novas Áreas de Regeneração Urbana (ARU) em três aldeias do concelho. Depois da vila, Benquerença e Bemposta, o executivo aprovou esta semana, por unanimidade, as ARUS de Pedrógão de S. Pedro, Meimoa e Aldeia de João Pires.

A criação destas áreas têm dois grandes objectivos, como adianta o presidente da câmara de Penamacor, António Beites, “enquadrar estas freguesias no âmbito do Portugal 2020 e do PARU que iremos apresentar à CCDRC, aquando da abertura do aviso, visando o financiamento de investimentos em termos de requalificação urbana nessas freguesia, o segundo tem a ver com a criação dos benefícios fiscais e incentivos à reconstrução urbana”.
O autarca penamacorense destaca alguns dos incentivos destinados a quem recupere imóveis degradados nas Áreas de Regeneração Urbana já aprovadas “destaco a isenção do IMI durante 5 anos podendo ser renovada por mais 5 para todas as habitações que forem requalificadas dentro do perímetro das ARUS, a isenção do IMT, deduções à colecta até ao montante de 500 euros, em sede de IRS, a tributação de mais-valias apenas à taxa de 5%”.
Segundo o autarca, o objectivo do município é alargar a criação destas áreas a todo o concelho.

Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

CMP EXPANDE ZONA INDUSTRIAL

Rádio Cova da Beira

A Câmara Municipal de Penamacor (CMP) aprovou por unanimidade o plano de pormenor para a área de expansão da zona industrial. São 26 hectares de terreno, adquirido pelo anterior executivo, que segundo António Beites, é preciso colocar ao serviço dos investidores que procuram a autarquia. 

“O que está em causa é potenciar a expansão da zona industrial visando a criação de infra estruturas disponíveis para a captação de investimento porque não temos lotes disponíveis. Começamos pelo instrumento de gestão territorial que é o plano de pormenor que vamos iniciar neste momento com a expectativa que possa estar concluído dentro de 12 a 18 meses para depois podermos tratar uma candidatura para as infra estruturas da área da ampliar.” Justificou o presidente da câmara de Penamacor que anunciou ainda o inicio das obras durante “esta semana” nos sete lotes ainda disponíveis na actual zona industrial, cinco deles já têm investidores interessados “dois deles serão para área social, estamos a falar de cinco para investimentos, o que é manifestamente insuficiente para as solicitações que o município tem”.
Quanto ao plano de pormenor da expansão da zona industrial de Penamacor, depois de aprovado pelo executivo, fará parte da ordem de trabalhos da próxima assembleia municipal que reúne esta sexta-feira às 20h 30m.
Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Malcata: Lince sem condições para regresso

O lince ibérico não tem data marcada para o regresso à Malcata. Foto Wikipédia

O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas ainda não tem uma previsão para o regresso do lince ibérico à Malcata. A garantia é deixada ao Reconquista pela presidente do instituto.

O ICNF-Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas ainda não tem uma previsão para o regresso do lince ibérico à Malcata. A garantia é deixada ao Reconquista pela presidente do instituto.
“A Reserva Natural da Serra da Malcata, enquanto área de distribuição histórica de Lince ibérico, constitui uma das áreas de eleição para a reintrodução desta espécie, não cumprindo, por enquanto, todos os requisitos necessários a que tal se verifique”, assume Paula Sarmento. Em causa está o número de coelhos por hectare a que o programa ibérico de reintrodução de lince obriga. “Assim, não é possível neste momento prever data concreta para a reintrodução”, diz a responsável.
A Reserva Natural da Serra da Malcata tem atualmente cinco vigilantes para uma área que ultrapassa os 16 mil hectares, não estando prevista qualquer contratação. Sobre os “graves problemas de caça furtiva” que a Quercus diz existirem o ICNF “não tem registo de incidentes”, embora reconheça que os processos eventualmente conduzidos pela GNR “não são do conhecimento do ICNF”. 
Autor: José Furtado in jornal "A Reconquista"

Malcata: BE questiona Governo sobre exclusão do plano do lince


Na origem do pedido do BE estão as declarações do presidente da Câmara Municipal de Penamacor, que criticou a exclusão da Malcata deste plano.

O Bloco de Esquerda questionou o Ministério do Ambiente sobre a exclusão do concelho de Penamacor do Plano Nacional de Reintrodução do Lince Ibérico.
A pergunta assinada pelo deputado Pedro Soares foi entregue esta semana ao presidente da Assembleia da República.
Na origem do pedido do BE estão as declarações do presidente da Câmara Municipal de Penamacor, que criticou a exclusão da Malcata deste plano. O partido diz ainda que o país “foi surpreendido pela decisão do governo em reintroduzir a caça na Reserva Natural da Serra da Malcata”, que o BE quer reverter, tendo já apresentado um projeto de resolução também no Parlamento.
“Face às caraterísticas da serra e à necessidade de habitats para a conservação do lince-ibérico, consideramos que é essencial que esta Reserva Natural esteja incluída no Plano de Reintrodução. Mais, consideramos que a reintrodução da caça ameaça o habitat necessário ao lince-ibérico”, diz o documento.
In jornal "A Reconquista"

TARDE DESPORTIVA

Rádio Cova da Beira

O Sp.Covilhã não conseguiu melhor que uma igualdade a zero ante o Portimonense. O Benfica C.Branco ficou-se, também, pelo empate a zero em casa. O Sernache venceu o Sertanense e o Á.Moradal empatou em Peniche, para o Camp.Portugal. No distrital o Covilhã B venceu e mantém a liderança, seguido do Oleiros, que venceu o Belmonte. Venceram, ainda, o CAF e o Proença. ADE e V.V.Ródão empataram. 


Sp.Covilhã 0-0 Portimonense

Os serranos bem tentaram somar os três pontos, mas o Portimonense, que ficou a jogar com 10 a partir do minuto 55, não lhes permitiu esses intentos. O jogo não foi bem jogado, principalmente na primeira parte, mas o Covilhã, que acelerou o jogo no segundo período,  fez o suficiente para chegar ao triunfo.
Na próxima jornada o Sporting da Covilhã joga em Braga com a equipa B do Sporting local e, certamente vai tudo fazer para recuperar os pontos perdidos no Santos Pinto.


Benfica C. Branco 0-0 U. Leiria

O Benfica não está a ter uma segunda fase como seria expectável tendo em conta os reajustamentos que se fizeram no plantel. A equipa esta a ter dificuldade em assumir o jogo e quando isso acontece quem sai beneficiado serão os seus adversários. Tendo em conta que esta fase de subida é um campeonato curto, todos os jogos têm que ser disputados com grande empenho e a máxima concentração, principalmente os que se jogam em casa. Os albicastrenses já perderam cinco pontos neste arranque começando a ficar complicada a tarefa de poderem disputar os lugares de subida.
No próximo fim de semana, o Benfica vai jogar nos Açores, com o Angrense, não se afigurando uma deslocação acessível. 


V.Sernache 1-0 Sertanense
50' 1-0 Dani Esteves 

No derby da Sertã o Vitória foi mais eficaz e descolou de um adversário directo pela manutenção. O Sertanense, que tudo fez para chegar à igualdade, tem que arrepiar caminho se quiser garantir presença no CP na próxima época. Para já está colocado na zona de despromoção, se bem que haja pela frente muito campeonato para ser disputado.
No próximo fim de semana as duas equipas jogam em casa, o Vitória vai receber a equipa alentejana do Crato e o Sertanense a Naval. 

Peniche 0-0 Á. Moradal
Resultado muito positivo da equipa do Estreito. A formação de Pedro Paiva, com este empate está em zona tranquila, mas não tem vantagem confortável, pelo que terá que manter os mesmos níveis de produção se quiser manter-se neste escalão nacional.
No próximo domingo recebe o Caldas, numa partida difícil mas que pode ser ultrapassada com triunfo. 


Atalaia do Campo 0-1 C.Ac. Fundão
1' 0-1 Hugo Brito 

Oleiros 3-0 Belmonte
23' 1-0 Alan Santolini
36' 2-0 Alan Santolini
66' 3-0 Marco Farinha 

AD Estação 1-1 V.V.Ródão
6' 1-0 Hélder
60' 1-1 Esteves 

Proença 3-1 IPCB
17' 1-0 Bruno
54' 1-1 Trabulo
63' 2-1 Marco
70' 3-1 Casquinha 

Pedrogão 0-2 Sp. Covilhã B 
45+3 1-0 Ricardo Pires
82' 0-2 Mateus

A vitória dos serranos em Pedrógão garantiram a manutenção da liderança do campeonato, com mais um ponto que o Oleiros, que na tarde deste domingo levou de vencida o Belmonte por números que não deixam duvidas sobre a justiça do triunfo. Nesta jornada o destaque vai para a vitória do Académico do Fundão na Atalaia do Campo, com o único golo da partida a acontecer no primeiro minuto do desafio. O Vila Velha de Ródão não conseguiu melhor que um empate em casa do último (ADE) e o Proença desenvencilhou-se do IPCB, com um triunfo justíssimo.

Autor: José Joaquim Ribeiro in "Rádio Cova da Beira"

"NÃO FAZ SENTIDO REINTRODUZIR O LINCE NA MALCATA"

Rádio Cova da Beira

Ministro do ambiente diz que não faz sentido reintroduzir o lince na Malcata quando não existe um habitat que assegure as condições de sobrevivência do felino mais ameaçado do mundo. 

“Não faz sentido nenhum introduzir o lince na serra da Malcata porque não há lá com que ele se alimente e por isso é fundamental podermos desenvolver essas áreas e gerir essas áreas com o apoio e presença do homem”.
O ministro, Matos Fernandes, só vê assim vantagens no diploma que permite a caça na Reserva natural da Serra da Malcata e considera as críticas à revogação da portaria que permite caçar a sul da reserva, injustas “porque a ideia de que a caça impede o desenvolvimento comum das espécies é uma ideia errada, os espaços cinegéticos quando são bem geridos permitem exactamente o inverso”.
O deputado do PAN na Assembleia da República, André Silva, diz que não existem fundamentos políticos e científicos para esta decisão “o Sr. Ministro vem dizer que não existe comida suficiente para introduzir o lince ibérico e isso não é verdade na medida em que 85% da alimentação do lince é o coelho, e tanto quanto sabemos o coelho existe em toda a reserva natural, eu depreendo que se não existem coelhos para alimentar o lince não iremos permitir a caça do coelho”.
Recorde-se que esta semana o presidente da CMP que vai gerir a zona de caça, já disse que nesta fase só será permitida a caça grossa, isto é, os predadores do coelho bravo e outros animais de pequeno porte, considerando que este pode ser o primeiro passo para a reintrodução do lince na Malcata depois da reserva ter sido excluída do plano nacional no ano passado.

Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016


aqui nos referimos anteriormente a um ilustre filho da nossa terra, Francisco Pinto da Cunha Leal, que desempenhou alguns dos mais altos cargos da Nação.

Hoje trazemos informação sobre um outro ilustre pedroguense, deputado à Assembleia Nacional durante duas legislaturas (VII e VIII), entre 1957 e 1965. 

Trata-se de Alberto Franco Falcão, cujo registo de actividade parlamentar podemos encontrar aqui.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

MALCATA EXCLUIDA DO PLANO DE REINTRODUÇÃO DO LINCE IBÉRICO

Rádio Cova da Beira

Reserva Natural da Serra da Malcata foi excluída do plano para a introdução do lince ibérico em Portugal na última revisão do documento que ocorreu no ano passado. A confirmação deixada à RCB por António Beites, presidente da câmara de Penamacor que questiona a Quercus onde estava na altura em que esta decisão foi tomada. 

O facto do prazo de conclusão previsto do plano não ser suficiente para que se criasse um habitat na Malcata com perspectivas de sucesso esteve na base da exclusão da Malcata.
“A Malcata foi simplesmente excluída na revisão desse plano sem haver uma justificação razoável, depois do Estado ter investido durante anos montantes elevados neste processo, abandonaram este território, mas na altura não ouvi essa associação a defender a reintrodução do lince na Malata”. Numa referência ao comunicado da Quercus sobre a revogação da portaria que interditava a caça na zona sul da Malcata, o autarca de Penamacor, considera que a Quercus reagiu contra “por falta de informação e desconhecimento do processo, aliás, antes do comunicado que fizerem deviam ter-se informado do processo porque o que está em causa é a aprovação de algo que não fazia sentido até porque do lado de Penamacor não era permitida qualquer caça e do lado do Sabugal está todo dividido em zonas de caça”.
Para além da revogação da portaria foi simultaneamente criada uma zona de caça de 11 mil hectares que será gerida pelo município de Penamacor e que segundo António Beites, poderá ser o primeiro passo para se voltar a pensar na reintrodução do lince ibérico na Malcata, a longo prazo “este processo visa numa fase inicial potenciar o turismo cinegético na óptica da caça grossa, ou seja, os predadores de caça menor, nomeadamente do coelho bravo, que destroem o habitat necessário ao lince, isto pode ser o primeiro passo para que no futuro possamos voltar a reintroduzir o lince na Serra da Malcata”.
Segundo o autarca penamacorense já será possível a actividade cinegética na próxima época, garantindo que serão salvaguardados sempre “os interesses ambientais e a biodiversidade conforme definido no plano de ordenamento da Reserva Natural”.

Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"