quinta-feira, 28 de agosto de 2014

LIGA COVIFIL, SORTEIO DA NOVA ÉPOCA



Realizou-se na noite desta terça-feira o sorteio para o campeonato distrital de séniores – Liga Covifil e para a Taça de Honra José Farromba, provas que contam, esta temporada, com apenas dez clubes.

A Liga Covifil, com início marcado para o dia 05 de Outubro e vai ter nessa primeira jornada os seguintes confrontos:

Águias Moradal – C. Ac. Fundão
Belmonte – Pedrógão de S. Pedro
Proença – Alcains
Atalaia do Campo – A.D. Estação
Vila Velha de Ródão – Oleiros
A Taça de Honra José Farromba vai ser disputada em duas séries, com cinco clubes cada e é a primeira prova de séniores da nova temporada. A primeira jornada terá lugar no dia 28 de Setembro e na série A vão jogar:
A.D. Estação – Pedrógão
Atalaia do Campo – Belmonte
Folga nessa jornada o C.Ac. Fundão
Na série B vão jogar na primeira jornada:
Oleiros – Águias do Moradal
Proença – V.V. Ródão
Folga nessa jornada o Alcains.
É reduzido o número de clubes que este ano vão participar nas provas de séniores da Associação de Futebol de Castelo Branco mas mais reduzido foi o número de clubes presentes no sorteio: apenas quatro desses clubes assistiram ao sorteio, o Águias do Moradal, Belmonte, Atalaia do Campo e AD Estação. Foi exatamente o presidente da ADE quem ainda lançou o repto para que o formato destas duas competições fosse alterada, no entanto o Presidente da AFCB informou que tal só podia acontecer se os clubes que vão participar votassem essa proposta por unanimidade, ora, como dos dez só estavam quatro a proposta ficou sem efeito.
A proposta do presidente da ADE, Vítor Rebordão apontava para que as duas provas se disputassem de forma seguida, primeiro a Taça de Honra e depois o Campeonato e não como se verifica agora, num formato que intercala a Taça com o Campeonato.

Autor: José joaquim Ribeiro in "Rádio Cova da Beira"

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

PDM ATÉ FINAL DO ANO

 
 
O presidente da câmara de Penamacor quer levar a versão final do PDM à assembleia municipal de Dezembro. Publicado pela primeira vez em Agosto de 1994, o PDM de Penamacor está há vários anos em processo de revisão. António Luís Beites diz que foi encontrar o processo parado, mas o novo presidente da autarquia Penamacorense aponta o final do ano para a revisão do documento estar concluída.
 
De entre as principais alterações destacam-se as propostas de exclusão de um vasto território das Reservas Ecológica e Agrícola Nacional “tínhamos freguesias em que a REN estava completamento dentro da freguesia, o que inviabilizava qualquer tipo de construção, tínhamos problemas consideráveis nessa matéria, propusemos um grande conjunto de exclusões, nem todas foram aceites mas a grande maioria foi aceite”. Outra das alterações que o autarca destaca diz respeito aos índices de construção “os índices de construção eram muito reduzidos, limitavam a requalificação urbana que nós pretendemos, essa é uma questão que ainda vai ser proposta porque não carece de aprovação nem da RAN nem da REN”. António Luís Beites alerta no entanto para o facto de a revisão do PDM não contemplar a expansão de áreas urbanas “com as condições que temos de diminuição drástica da nossa população há questões que não vai ser possível enquadrar no PDM como é o caso da expansão de algumas áreas urbanas, porque não faz sentido, e neste momento temos que optar mais pela requalificação urbana, para além dos custos que tem a expansão urbana nomeadamente com a realização de infraestrturas”. O documento deverá ser remetido à assembleia municipal de Dezembro.
 
 
Autora: Paula Brito in "Rádio Cvoa da Beira"

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Providências cautelares contra o fecho de escolas em Montemor-o-Velho e Mora foram indeferidas

Primeiras providências contra fecho de escolas não tiveram um desfecho favorável às autarquias Enric Vives-Rubio
 
Ministério confirma “pedidos de pronúncia” relativos a providências cautelares, mas recusa adiantar quantas. E garante que colocação e matrícula dos alunos “podem ser desenvolvidas normalmente”.
 
As câmaras de Montemor-o-Velho e Mora viram indeferidas as providências cautelares que interpuseram para tentar travar o encerramento de escolas. Ao todo, e ao que o PÚBLICO apurou, foram apresentadas nos tribunais pelo menos 19 providências cautelares contra o encerramento de 29 de um total de 311 escolas do 1º ciclo que o Ministério da Educação e Ciência (MEC) decidiu fechar em 129 concelhos do país.
Sem confirmar aquele número, o MEC confirmou que “deram entrada nos serviços alguns pedidos de pronúncia sobre providências cautelares, mas nenhuma com decretamento provisório”. Logo, “os procedimentos relativamente ao processo de colocação de alunos e professores podem ser desenvolvidos normalmente”.
No caso do município de Montemor-o-Velho, a autarquia que pretendia evitar o encerramento da escola da freguesia de Arazede com 20 alunos e mais dois com necessidades educativas especiais diz que recebeu a notificação do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra no início da semana, sem, contudo, se pronunciar sobre a fundamentação jurídica que suporta o indeferimento. Já o presidente da Câmara de Mora adiantou ao PÚBLICO que recebeu a decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada, há cerca de duas semanas, onde este decreta que a providência cautelar “não conseguiu provar que o encerramento da escola privava as crianças de frequentar outro estabelecimento de ensino”. No entanto, o autarca afirma que o município não tem condições para transportar as oito crianças que frequentavam a escola da freguesia de Brotas, e que foram colocadas na sede do concelho.
Avisadas para a possibilidade do indeferimento das providências cautelares, boa parte das famílias das crianças em risco de ser transferidas tratou de matricular os seus filhos em novos estabelecimentos de ensino. Mesmo admitindo que mais autarcas possam vir a recorrer à figura da providência cautelar após o início do ano lectivo, Manuel Nobre, presidente do Sindicato dos Professores da Zona Sul, admite que o chumbo das providências cautelares accionadas para combater o novo mapa judicial, possa ter “reduzido as expectativas” de um procedimento idêntico para combater a decisão do MEC.
O que aconteceu na freguesia de Gondar, concelho de Amarante, indicia como os pais das crianças reagiram – apesar dos protestos e das movimentações de rua e através de abaixo-assinados. A autarquia preparava-se para apresentar uma providência cautelar, mas, conforme adiantou o presidente da junta, Hugo Vaz, houve um revés que os impediu de avançar. “Alguns pais matricularam os seus filhos noutras escolas e ficámos desarmados quando verificámos que tínhamos um número de alunos abaixo do mínimo exigido pelo ministério”.
Recorde-se que a decisão do MEC encerrar um total de 311 escolas do 1º ciclo, anunciada em finais de Junho, surgiu alicerçada no argumento da igualdade de oportunidades de aprendizagem para todos os alunos e na necessidade de garantir aos alunos de escolas isoladas a integração noutros estabelecimentos de ensino com mais recursos e em turmas compostas por alunos do mesmo ano. Foi dada assim ordem de fecho a escolas com menos de 21 alunos – salvos aquelas em que não estavam salvaguardadas condições como o tempo e distância de percurso, transporte e refeições. Porém, das 29 escolas abrangidas pelas providências cautelares e acções populares uma dezena tem mais de 21 alunos.
Além disso, para José Morgado Ribeiro, presidente da Comunidade Intermunicipal Dão-Lafões, é um “grave erro” equiparar escolas do interior com as do litoral. “Escolas com 15/16 alunos são uma realidade que deve ser encarada no seu contexto”, adverte, para considerar que os acordos realizados com a tutela para o transporte das crianças e para o serviço de refeições foram “altamente ruinosos” para o poder local.
O presidente da Câmara de Cuba no Alentejo, João Português, confirma que, com a frota automóvel envelhecida, “é difícil, senão mesmo impossível, assegurar o transporte de 15 crianças diariamente”. É preciso adquirir um minibus, mas a autarquia não tem, neste momento, condições financeiras para suportar o encargo.
Ainda sem decisão judicial, a Câmara de Guimarães diz que subsiste “uma grande indecisão e muita preocupação por parte das famílias que ainda não sabem onde vão estar os seus filhos no próximo ano lectivo”. Isto numa altura em que boa parte dos autarcas afectados pelo encerramento de escolas continua a acreditar que a decisão poderá ser revertida “através do diálogo” ou do protesto das populações.
Um porta-voz da Câmara de Vila Real disse ao PÚBLICO que continua a ser trocada correspondência com a tutela “para evitar que sejam encerradas nove das 12 escolas listadas pelo MEC”. A possibilidade de accionar uma providência cautelar é encarada como um último recurso que “ neste momento não está a ser encarado”.
No distrito de Viseu vão ser encerradas 57 escolas, mas apenas o município de S. Pedro do Sul accionou uma providência cautelar. Na região de Aveiro, a segunda em número de escolas a fechar, só a Câmara de Anadia interpôs uma providência cautelar. Mas o maior número de providências cautelares surge no distrito de Castelo Branco interpostas pelas câmaras de Belmonte, Covilhã, Idanha-a-Nova e Penamacor. O Baixo Alentejo vem a seguir, com três acções no Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja: Cuba, Aljustrel e Alvito. Guimarães, Arouca, Santarém e Coimbra são os outros municípios que já recorreram para as respectivas instâncias judiciais, além de Montemor-O-Velho e Mora.
Ainda no concelho de Montemor-o-Velho, mas nas freguesias de Canelas/Fermelã e Alpalhão e Tojeiro, as associações e a população recorreram à acção popular para reivindicar contra o encerramento das escolas. O recurso a esta forma de intervenção, foi justificada pela presidente da Junta de Freguesia de Alpalhão, Ana Cecília Manteiga, com razões financeiras: “A acção popular é mais barata que a providência cautelar, embora a decisão possa demorar mais tempo”. A autarca diz que a escola tem 61 alunos, no jardim-de-infância estão inscritas 25 crianças, a que se somam mais três em lista de espera.
 
 
Autor: Carlos Dias in jornal "Público"

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

BALANÇO SEMANAL DA GNR

 
 
A GNR está a investigar o furto ao interior de uma carpintaria no Tortosendo de onde levaram diversas ferramentas eléctricas no valor superior a 34 mil euros. É uma das 39 denúncias de crimes contra o património que constam do relatório semanal do comando territorial de Castelo Branco.
 
Na freguesia de Meimão, no concelho de Penamacor, o furto ao interior de uma residência, de onde levaram móveis e loiças, provocou prejuízos de 6 mil euros.
No Ladoeiro, a GNR está a investigar o furto de diversas alfaias agrícolas de uma propriedade, naquela freguesia do concelho de Idanha a Nova.
Já no capítulo dos crimes contra as pessoas constam 43 crimes dos quais se destacam 10 contra a integridade física e sete por violência doméstica.
Dos 25 crimes contra a vida em sociedade registados no mesmo período, destaque para 3 por condução sob efeito de álcool, 2 por condução sem habilitação legal, 1 por tráfico e consumo de estupefacientes e 1 crime por posse de arma proibida.
 
Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

PENAMACOR REDUZ DÍVIDA EM 2 MILHÕES

 
 
No último ano a câmara de Penamacor reduziu a dívida do município em dois milhões de euros. Uma redução que, segundo António Beites, só foi possível com uma rigorosa contenção orçamental da despesa e corrigindo procedimentos do passado.
 
“Havia muitas despesas que nós consideramos supérfluas e que estavam a forçar a tesouraria da autarquia, parte delas reduzimo-las e outras cancelamo-las, por exemplo, havia muitos contratos de prestações de serviços, muitos deles cancelamos, outros renegociamos, se calhar não havia um controle adequado na gestão do aprovisionamento da autarquia, que foi fundamental para reduzirmos a despesa e procedemos a negociações nomeadamente de algumas empreitadas em que foram feitos autos de trabalhos a menos de questões que não eram processadas da melhor forma”. A dívida da câmara de Penamacor passou assim para 8 milhões de euros, quase metade diz respeito à empresa Águas do Zêzere e Côa. A resolução deste diferendo será determinante na decisão da autarquia em optar por uma operação de saneamento financeira para regularizar o passivo “neste momento estamos a ponderar o recurso a mecanismos extraordinários de regularização do passivo, se conseguirmos resolver o diferendo com as Águas do Zêzere e Côa não teremos essa necessidade, se não conseguirmos vamos equacionar essa situação". À excepção da empresa Águas do Zêzere e Côa, a autarquia de Penamacor não tem dívidas em atraso a fornecedores. O problema do município é que a maioria da dívida contraída é de curto prazo, comprometendo a tesouraria e a possibilidade do executivo recorrer a fundos comunitários, esclarece o autarca, "condiciona-nos a tesouraria e o acesso ao quadro comunitário, porque estamos a preparar o QC e temos que ter disponibilidade de fundos para o enfrentar”.
 
 
Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

Câmara de Penamacor compra antigo colégio

O edifício do Externato de Nossa Senhora do Incenso passou para a propriedade da Câmara Municipal de Penamacor, depois de o município ter fechado o negócio por 345 mil euros. O preço inicial era superior em 155 mil euros e também por isso o presidente do município, António Luís Beites, diz que a compra “foi um excelente negócio quer para a sociedade detentora do imóvel como para o município”.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

CÂMARA COMPROU ANTIGO COLÉGIO

 
 
A Câmara municipal de Penamacor já adquiriu edifício do antigo Externato Nossa Senhora do Incenso por 345 mil euros. O objectivo é transformar aquele espaço num albergue para a juventude potenciando as infra-estruturas que estão ao lado: a piscina e o pavilhão municipal.
 
Segundo António Beites, a primeira prestação já foi paga, no valor de 175 mil euros, a segunda, no valor de 100 mil euros será liquidada em Janeiro do próximo ano e a última, de 70 mil euros, um ano depois. Apesar das dificuldades financeiras do município, o presidente da autarquia penamacorense decidiu concretizar o negócio por ser uma boa oportunidade para o município “eu creio que sim, apesar de ter sido algo polémico, com algumas críticas, eu creio que os valores envolvidos ficam muito aquém do valor real do imóvel e se dúvidas havia em relação ao estado do imóvel ainda na semana passada pernoitaram no local cerca de 60 jovens espanhóis durante uma semana, o imóvel está em plenas condições mas não como nós pretendemos e é por isso que estamos a fazer um projecto de reabilitação que queremos candidatar ao próximo quadro comunitário”. Devido à dimensão e localização do edifício, a autarquia pretende aproveitá-lo em diversas vertentes “irá ter uma parte de albergue júnior, depois queremos rentabilizar as nossas infraestruturas trazendo gente para cá, estamos a trabalhar nos caminhos de S. Tiago em que os peregrinos também precisam de alojamento em diversas etapas, podemos aproveitar tecnologicamente parte do espaço porque o edifício é enorme e vai ser também englobado no projecto de recuperação o antigo edifício da GNR que fica ao lado e também é da câmara municipal”. Transformar o antigo Externato Nossa Senhora do Incenso num complexo que reúna todas as condições para acolher grupos de jovens é um dos principais objectivos da autarquia que pretende candidatar o projecto ao próximo quadro comunitário.
 
 
Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Penamacor: Câmara assume propriedade das termas

As termas são indicadas para doenças respiratórias e reumáticas.
 
 
António Luís Beites diz que é hora de acabar com "bairrismos" e aproveitar o potencial do balneário.
 
In jornal "A Reconquista"

Penamacor: Colégio já é da câmara

A câmara vai pagar a aquisição do colégio até 2016. Arquivo Reconquista

Campos de férias são os primeiros inquilinos mas o município quer atrair empresas.
 
In jornal "A Reconquista"

FUTEBOL: PEDROGÃO S. PEDRO JÁ TRABALHA

 
O Pedrogão de S. Pedro pretende esta época realizar uma Liga Covifil mais competitiva. Os objectivos passam por lutar pelos primeiros lugares no campeonato distrital da AF Castelo Branco e chegar o mais longe possível na Taça de Honra “José Farromba”. O clube do concelho de Penamacor, liderado por António Pinto contratou o treinador Paulo Macedo (um regresso ao futebol sénior). A equipa já treina.
 
Paulo Macedo disse à RCB que, " é bom estar de volta, o plantel é bom, competitivo, dá-me garantias de alcançar os objectivos pretendidos, isto é, alcançar os primeiros lugares no campeonato e tentar chegar o mais longe possível na Taça de Honra. Temos todas as condições (agora com relvado sintético), para fazer um óptimo trabalho aqui em Pedrogão de S. Pedro." Referiu o treinador.
Conheça o plantel 2014-2015:
Reforços (12):
Tita, Velho, Telmo, Telmo Casteleiro, João Lopes, Bruno Pereira, Ivo, Ruben, e Carlitos, todos ex- GD Teixosense.
Samuel (ex-AD Estação), Nuno Cardoso e André (ambos ex- VV Rodão).
Renovaram (8):
Flávio, Viegas, Ruben, Salavessa, João, Dimauro, Borrego e Vasco.
Quanto à pré-época, o Pedrogão de S. Pedro, vai realizar 6 jogos.
Dia 24 de agosto - 17H.
Pedrogão S. Pedro - CD Alcains
Dia 27 de agosto - 20h:
Pedrogão S. Pedro - Ág. Moradal
Dia 31 de agosto - 16h:
CD Alcains - Pedrogão S. Pedro
Dia 6 de setembro - 17h:
Pedrogão S. Pedro - B. Valongo (juniores A)
Dia 7 de setembro - 17h:
Pedrogão S. Pedro - Clube Académico do Fundão
Dia 14 de setembro - 17h:
Clube Académico do Fundão - Pedrogão S. Pedro.
O plantel ainda não está fechado.
 
Autores: Paulo Pinheiro e Miguel Malaca in "Rádio Cova da Beira"

PENAMACOR QUER ZONA DE CAÇA NA MALCATA

 
 
A criação de uma zona de caça municipal na Serra da Malcata e a necessidade de limpeza dos caminhos e aceiros da reserva natural, que dificultaram a vida aos bombeiros no incêndio do passado fim de semana, são os temas que o presidente da câmara de Penamacor leva para a reunião, esta quinta-feira, no Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas.
 
A zona de caça municipal irá envolver toda a área da reserva no concelho de Penamacor e tem, segundo António Beites, duas vertentes “a primeira, o aproveitamento do potencial cinegético, e a segunda, a preservação da biodiversidade na criação do habitat, através da reintrodução do coelho bravo, para a reintrodução do lince ibérico”.
O autarca aproveita a reunião para alertar o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas para a necessidade de limpeza dos caminhos e aceiros da Reserva Natural da Serra da Malcata. Uma situação que colocou dificuldades aos bombeiros no combate ao incêndio que deflagrou no passado fim-de-semana na reserva “apesar de a reserva ter um conjunto enorme de limitações à intervenção dentro do perímetro, creio que não faz sentido estarmos a proteger uma área em que temos centenas de hectares sem um único acesso e em que os acessos de cumeada não garantem as mínimas condições de segurança para que os bombeiros possam estar presentes em caso de incêndio, em virtude de não estarem limpos, foi o que aconteceu, porque se o acesso estivesse limpo teria sido possível controlar o incêndio no cimo do monte, assim ardeu a cumeada e mais uma série de montes”.
A área ardida ainda não está calculada mas segundo o autarca as primeiras estimativas apontam para mais de 200 hectares ardidos, sobretudo mato “há uma estimativa que arderam entre 200 a 300 hectares parte dele foi mato, mas ardeu também uma plantação de pinhal”.
Preocupações que o autarca leva amanhã ao Instituto de Conservação da Natureza e Florestas.
 
Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

terça-feira, 19 de agosto de 2014

FALTAM PESSOAS NAS ALDEIAS


 
O presidente da junta de freguesia da União de Freguesias de Pedrógão de São Pedro e Bemposta (Penamacor) está preocupado com o futuro das aldeias. Depois de muita luta para a construção de várias infraestruturas, actualmente, não há gente que as utilize.
 
 
Autor: Paulo Pinheiro in "Rádio Cova da Beira"

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Penamacor investe na zona de lazer da barragem

 
Nasceu para servir o regadio da Cova da Beira mas quer tornar-se num destino obrigatório nos meses mais quentes. A barragem da Meimoa é a mais recente atração do verão no concelho de Penamacor. A segunda fase desta zona de lazer representa um investimento de 250 mil euros, para dotar o espaço de energia elétrica, um edifício de apoio ao bar com sanitários e esplanada e ainda três bungalows para alojamento, que podem estar abertos tanto no verão como no inverno.