Pedrogão de São Pedro, no concelho de Penamacor, organizou a terceira edição do certame que faz montra dos saberes e sabores da Beira Baixa.
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quinta-feira, 9 de abril de 2015
Feira das Tradições
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III Feira das Tradições
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III Feira das Tradições
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segunda-feira, 6 de abril de 2015
Inauguração do espaço museológico de Pedrógão de São Pedro
Aproveitando a realização da III Feira das Tradições, teve lugar no passado sábado a inauguração do primeiro espaço museológico da nossa terra e o primeiro integralmente de iniciativa privada de todo o Concelho de Penamacor.
Os nossos mais sinceros parabéns e votos de sucessos futuros ao seu impulsionador e proprietário Joaquim de Santo Estevão. Para a posteridade, deixamos aqui algumas imagens da autoria do nosso conterrâneo José Luís Caria Santo.
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III Feira das Tradições
No passado fim de semana de Páscoa, recuperou-se a realização da Feira das Tradições que vaio já na sua terceira edição.
O evento foi muito concorrido, contanto com dezenas de espaços de mostra e venda de artesanato e outros produtos locais, atraindo à nossa terra muitos visitantes de localidades próximas e outros de mais longe.
Para aguçar o apetite, deixamos aqui as primeiras fotos alusivas à preparação do evento, da autoria da nossa conterrânea Susete Penedo.
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Pedrógão S. Pedro: Feira das tradições em abril
A Liga dos Amigos de Pedrógão de S. Pedro agendou para o primeiro fim-de-semana de abril a Feira das Tradições. O evento realizado no concelho de Penamacor promete tasquinhas com petiscos, doces e licores, contando ainda com animação de rua.
In jornal "A Reconquista"
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
A última tecedeira de Aranhas
A porta baixinha esconde uma peça cada vez mais rara, mesmo nas aldeias mais pequenas. No rés-do-chão de uma casa de Aranhas, em Penamacor, resiste um tear tradicional e uma tecedeira que não o deixa morrer. Ludovina Moreira tem 73 anos e uma energia que engana a idade. Trabalha de pé e debruça-se sem dificuldades no engenho, movido com a força de braços e dos pedais.
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Penamacor: Aranhas faz a festa com o enchido

O fumeiro vai ser leiloado e estará à prova. Arquivo Reconquista
As ruas da aldeia vão servir de montra às tradições, com os sabores e a música em destaque.
In jornal "A Reconquista"
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terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Penamacor: Festival das tradições promete festa e boas comidas em Aranhas

A freguesia de Aranhas, no concelho de Penamacor, vai estar em festa este próximo fim-de-semana, dias 24 e 25.
Produtos locais - com destaque para o fumeiro -, provas gastronómicas, cantares de janeiras, tasquinhas e animação popular vão encher as ruas da freguesia, num evento organizado pela Junta e demais gentes da terra, com apoio da Câmara Municipal.
O evento tem o seguinte programa:
SÁBADO
10.00 h - Abertura da Feira; animação de rua pela companhia de teatro Vaatão;
12.30 h - Cantar das janeiras pelo Rancho Folclórico de Aranhas;
16.00 h - Leitura da carta do fumeiro, seguida do leilão das varas do enchido; prova cega do enchido de Aranhas;
18.00 - Dança de fogo / Acordeonistas da freguesia / Adufeiras de Oledo; restaurantes e tabernas tradicionais em todo o perímetro da feira;
22.00 h; Grupo de música popular “ Os ANAFAIA” do Fundão; por toda a noite: tabernas distribuídas pelos Cantos e Becos da freguesia com petiscos tradicionais, muito enchido e sopa em panela de ferro.
DOMINGO
10.00 h - Abertura da feira com animação de rua com o grupo “Tapori”;
15.00 h - Leilão das varas do fumeiro restante.
16.00 h - XIII Festival Ibérico de Folclore de Aranhas, com a participação de grupos portugueses e espanhóis
21.00 h - Baile com Manuel Emídio; tabernas distribuídas pelos Cantos e Becos da freguesia com petiscos tradicionais
24.00 h - Encerramento da feira
SÁBADO
10.00 h - Abertura da Feira; animação de rua pela companhia de teatro Vaatão;
12.30 h - Cantar das janeiras pelo Rancho Folclórico de Aranhas;
16.00 h - Leitura da carta do fumeiro, seguida do leilão das varas do enchido; prova cega do enchido de Aranhas;
18.00 - Dança de fogo / Acordeonistas da freguesia / Adufeiras de Oledo; restaurantes e tabernas tradicionais em todo o perímetro da feira;
22.00 h; Grupo de música popular “ Os ANAFAIA” do Fundão; por toda a noite: tabernas distribuídas pelos Cantos e Becos da freguesia com petiscos tradicionais, muito enchido e sopa em panela de ferro.
DOMINGO
10.00 h - Abertura da feira com animação de rua com o grupo “Tapori”;
15.00 h - Leilão das varas do fumeiro restante.
16.00 h - XIII Festival Ibérico de Folclore de Aranhas, com a participação de grupos portugueses e espanhóis
21.00 h - Baile com Manuel Emídio; tabernas distribuídas pelos Cantos e Becos da freguesia com petiscos tradicionais
24.00 h - Encerramento da feira
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Penamacor: Madeiro ganha nova chama com feira de Natal

A malta de 94 organizou o madeiro deste ano. Foto: José Furtado/ Reconquista
O maior madeiro de Portugal chegou ao destino no dia do costume mas a festa começou mais cedo e vai regressar na véspera de Natal.
In jornal "A Reconquista"
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Madeiro 2014

O Madeiro da nossa terra também já se encontra colocado no adro da igreja, pronto para aquecer o Menino na Noite de Natal.
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Madeiro de 2014 chega a Penamacor
Os jovens nascidos em 1994 cumpriram este ano a tradição do madeiro, que pela primeira vez conta com uma feira. O artesanato, decorações de Natal e doçaria regressam na véspera de Natal, quando os troncos forem acesos.
Mercado de Natal na Vila Madeiro
Penamacor é Vila Madeiro numa envolvência assinalável entre a autarquia e população que querem fazer história do Natal 2014.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Festejos do Madeiro de Penamacor arrancam sábado
CORTEJO DE TRATORES E REBOQUES A 8 DE DEZEMBRO

O MADEIRO, designação que aqui assume a fogueira do Menino Jesus, é tradição forte em terras de Penamacor.
Todos os anos, com o aproximar do Natal, por todas as freguesias do concelho, os jovens em idade de cumprir o serviço militar unem-se para cortar e transportar os troncos que alimentarão a fogueira para aquecer o Menino Jesus. O grande monte de madeira, depositado no adro da igreja, é ateado ao cair da noite do dia 24, exceto o de Penamacor, que arde de 23 para 24. Depois da ceia de Natal, a população reúne-se em redor da fogueira, num gesto ritual de fraterno encontro.
Em Penamacor, a chegada do Madeiro tem data marcada e o ato assume foros de festividade. De facto, 8 de Dezembro, a população acorre generosamente à rua para saudar o cortejo de tratores e reboques, em número que procura sempre bater o antecedente, onde os jovens do ano – outrora só os rapazes, agora também as raparigas – empoleirados nos troncos, atiram à rebatina os frutos do ramo de laranjeira que a praxe manda trazer, cantando acompanhados à concertina.
Mas nem sempre as coisas se processaram de forma tão pacífica. Tempos houve em que encontrar lenha para o Madeiro era tarefa bem mais complicada. Dependentes da boa vontade das casas ricas locais, cujas ofertas ficavam aquém do desejado, os jovens viam-se na necessidade de roubar lenha, bois e carros, tudo a coberto da noite, para dar prova do brio da “Malta das sortes”. Assim se passava na generalidade das freguesias, onde a população ainda mantém o hábito de sair em peso à rua na noite da consoada. O Madeiro de Penamacor ganhou fama de ser o maior do país.
Todos os anos, com o aproximar do Natal, por todas as freguesias do concelho, os jovens em idade de cumprir o serviço militar unem-se para cortar e transportar os troncos que alimentarão a fogueira para aquecer o Menino Jesus. O grande monte de madeira, depositado no adro da igreja, é ateado ao cair da noite do dia 24, exceto o de Penamacor, que arde de 23 para 24. Depois da ceia de Natal, a população reúne-se em redor da fogueira, num gesto ritual de fraterno encontro.
Em Penamacor, a chegada do Madeiro tem data marcada e o ato assume foros de festividade. De facto, 8 de Dezembro, a população acorre generosamente à rua para saudar o cortejo de tratores e reboques, em número que procura sempre bater o antecedente, onde os jovens do ano – outrora só os rapazes, agora também as raparigas – empoleirados nos troncos, atiram à rebatina os frutos do ramo de laranjeira que a praxe manda trazer, cantando acompanhados à concertina.
Mas nem sempre as coisas se processaram de forma tão pacífica. Tempos houve em que encontrar lenha para o Madeiro era tarefa bem mais complicada. Dependentes da boa vontade das casas ricas locais, cujas ofertas ficavam aquém do desejado, os jovens viam-se na necessidade de roubar lenha, bois e carros, tudo a coberto da noite, para dar prova do brio da “Malta das sortes”. Assim se passava na generalidade das freguesias, onde a população ainda mantém o hábito de sair em peso à rua na noite da consoada. O Madeiro de Penamacor ganhou fama de ser o maior do país.
PENAMACOR VILA MADEIRO

Ao contrário de outras tradições, que manifestamente entraram em declínio ou desapareceram mesmo um pouco por todo o lado, o Madeiro, em todo o concelho de Penamacor, mantém a força e vitalidade de outros tempos. Sendo isto, verdade para todas a freguesias, o Madeiro de Penamacor alcançou um destaque inigualável, mercê de um salutar bairrismo gerado entre a “Malta do ano” e da cumplicidade, apoio e carinho dos familiares, população e instituições da Vila. Considerado o maior do país, frequentemente notícia nas páginas dos jornais e motivo de reportagem nas revistas e televisões nacionais, foi, em 2011, eleito “A Tradição Mais Criativa de Portugal” numa votação online, de onde resultaria a rodagem de uma curta-metragem intitulada “Terra do Fogo”.
Ciente da mais-valia que um tal património pode representar em termos de animação e desenvolvimento local, a Câmara Municipal de Penamacor, dentro do mais completo respeito pela tradição e em concordância e estreita colaboração com a “Malta de 94”, propõe-se levar a efeito o evento VILA MADEIRO, que procura congregar a vila e o concelho em torno daqueles objetivos, apelando ao envolvimento de toda a população, comerciantes, artesãos e particulares, que assim terão oportunidade de diversificar a sua atividade e aumentar os seus rendimentos.
O evento VILA MADEIRO decorre em dois momentos: o primeiro é constituído de um Mercado de Natal, a realizar no Jardim da República, nos dias 6,7 e 8 de Dezembro, onde artesãos e produtores locais são convidados a apresentar as suas melhores sugestões para as prendas de Natal, em tendas montadas pela Câmara, que também se responsabiliza pela iluminação natalícia, pela decoração das ruas e por um programa de animaçãode espaços públicos; o segundo momento terá lugar nos dias 20 (realização do baile da Malta 94) e 23 e 24, coincidentes com a queima do Madeiro. Em ambas as datas, o desafio é converter as ruas de Penamacor numa festa contínua, sobretudo nas imediações da igreja, mercê da iniciativa dos comerciantes, que, além de serem instados a primar na decoração das montras, são convidados a abrir os seus estabelecimentos sem limitação de horário, dando-lhes o uso que entenderem por aqueles dias (p.ex., transformar a sua loja de pronto-a-vestir ou a sua retrosaria numa sala de chá ou numa “licoria”). De igual modo se apela às Associações e aos particulares a abrir portas e a instalar negócios (tasquinhas e venda de produtos diversos) nas próprias casas ou em casas que se encontrem devolutas cedidas para o efeito.
Ao mesmo tempo é lançado um concurso para as melhores receitas de bolos e licores à base de mel, produto local que a Câmara Municipal quer impor como uma referência do concelho, associado à Serra da Malcata.
In "Jornal de Oleiros"
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