domingo, 13 de abril de 2014
“Atlas da Educação” traça retrato da escolarização portuguesa
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Boccia cresce nas escolas do distrito de Castelo
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Boccia em Proença-a-Nova
Por Direção-Geral da Educação - Record
Realizou-se no passado dia 29 de janeiro, no Pavilhão Municipal de Proença-a-Nova, a 1.ª concentração da modalidade de Boccia que incluiu alunos de todo o distrito de Castelo Branco.A atividade contou com um número recorde de equipas participantes, provenientes dos Agrupamento de Escolas de Proença-a-Nova, Sertã, Gardunha e Xisto (Fundão), Teixoso e Ribeiro Sanches (Penamacor), facto que veio consolidar esta modalidade no contexto do desporto escolar neste distrito. O nível de jogo apresentado foi bastante satisfatório, com as equipas mais experientes, que desenvolvem esta modalidade há mais tempo (Proença-a-Nova e Penamacor), a distinguirem-se com muita facilidade. No jogo que decidiu a equipa vencedora desta concentração, a equipa de Penamacor superiorizou-se por 7-5 no total dos 6 parciais.A segunda fase realiza-se em Teixoso, no dia 19 de fevereiro, estando prevista para o dia 19 de março, a terceira e última concentração, em Penamacor.
2.º AE Proença-a-Nova
3.º AE Teixoso
4.º AE Sertã
5.º AE Gardunha e Xisto (Penamacor)
terça-feira, 18 de junho de 2013
DISTRITO: 428 ALUNOS NÃO FIZERAM EXAME
quinta-feira, 2 de maio de 2013
PENAMACOR: MARIA HELENA PINTO TOMA POSSE
sábado, 23 de março de 2013
Abandono escolar ainda preocupa na região
sábado, 17 de novembro de 2012
Penamacor: JSD pede Audiência à Vereadora com o pelouro da educação
terça-feira, 16 de outubro de 2012
JOSÉ RODRIGUES PREMIADO
MELHORES E PIORES DO DISTRITO

terça-feira, 8 de novembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Penamacor: Novo centro escolar, orçado de 1,7 ME, abre na próxima semana
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Escola Ribeiro Sanches em concurso
Terra Lince ganha na RTP
Três alunas da Escola EB 2 3 Ribeiro Sanches de Penamacor participaram no concurso “Falaescreveacertaganha”, emitido pela RTP. Carolina Robalo (5.ºC), Mariana Vaz (6.º C) e Núria Mateus (6.º C) formaram a equipa “Terra Lince”, que teve pela frente cinco provas que testam os conhecimentos em língua portuguesa, através da gramática e da ortografia.
A equipa penamacorense teve como adversários “Os Nerys”, da Marinha Grande, disputando taco a taco a pontuação. Mariana Vaz desempatou o jogo ao conseguir a pontuação máxima na prova de leitura expressiva.
A equipa de Penamacor, que escolheu o nome “Terra Lince” em homenagem ao seu concelho, ganhou uma Diciopédia 2010 e o acesso gratuito à Infopédia.
O programa será exibido na RTP 2 e RTP Internacional entre Setembro e Dezembro.
In jornal "A Reconquista"
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Jovens estudaram passado do concelho
Este foi um dos resultados do projecto “Penamacor na História e na Lenda”, que teve como protagonistas um grupo de estudantes do agrupamento de escolas do concelho.
O projecto “Penamacor na História e na Lenda” nasceu de uma parceria com Adraces - a Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro Sul. Este desenvolveu-se no âmbito da Área Projecto, uma área curricular em que os alunos trabalham em grupos e com temas definidos por si.
“No âmbito curricular é a primeira vez que realizamos um trabalho desta natureza”, conta Helena Pinto, a directora do agrupamento de escolas de Penamacor. Grande parte do trabalho desenvolvido pelos alunos aconteceu fora das salas de aula e para muitos destes jovens representou uma descoberta do seu próprio concelho.
Carla Salvado, aluna do 12.º ano de Línguas e Humanidades, admite que antes nem conhecia todas as 12 freguesias. “A maior parte das vezes nunca sabemos o que é que tem a história do concelho e de facto foi muito bom para isso, porque foi um empurrão para a descoberta do meu concelho”, diz a jovem de 19 anos.
“Este tipo de trabalho envolve muito mais os alunos do que os que são desenvolvidos só dentro da sala de aula”, reforça Helena Pinto.
O DVD vai ser distribuído num primeira fase por instituições do concelho e depois fora dele. O filme passa em revista alguns dos monumentos locais e evoca a figura do médico e cientista Ribeiro Sanches, através de uma curta-metragem que tem como actores os próprios jovens. A produção do DVD proporcionou a estes um dos momentos mais marcantes do projecto, quando o realizador Joaquim Leitão, que tem raízes familiares em Pedrógão de S. Pedro, se deslocou à escola para dar uma aula de cinema. Tiveram ainda formação ao nível da representação, com a ajuda da companhia de teatro Váatão, de Castelo Branco. Estes passos estão documentados no blogue do projecto, em http://penamacornahistoriaenalenda.blogspot.com/.
A existência de informação escassa e contraditória foi uma das maiores dificuldades encontradas pelos alunos. Quando se trata de descobrir o passado do concelho uma das fontes é o livro “O Concelho de Penamacor na história, na tradição e na lenda”, editado por José Manuel Landeiro em 1938. Carla Salvado diz que foi uma boa ajuda “mas depois, à conversa com as pessoas, chegámos à conclusão que muita da informação não estava correcta”. E assim não só aprenderam como também podem ensinar algo de novo a quem queira conhecer melhor o concelho.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Oferta escolar deverá ficar reduzida a duas turmas
A preocupação foi deixada na inauguração da Feira das Energias Renováveis, que decorreu durante dois dias no Terreiro de Santo António.
O próximo ano lectivo no concelho de Penamacor poderá começar com cerca de 30 alunos no ensino secundário, do 10.º ao 12.º ano. Esta é a expectativa do Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches, que espera uma nova machadada à conta da desertificação do concelho raiano. O período de matrículas ainda não se encontra encerrado, mas a directora da escola faz as contas ao que poderá ser inevitável.
“Nós não vamos ter alunos para formar mais do que duas turmas, uma de um curso científico humanístico e outra de um curso profissional”, referiu Helena Pinto. Na área científica-humanística deverá avançar o curso de ciências e tecnologias, enquanto no profissional “não sei se será o das energias renováveis”. Tudo depende do número de alunos que se queiram inscrever, o que parece ser cada vez mais difícil devido à abertura deste curso noutras escolas do distrito, nomeadamente na cidade de Castelo Branco.
A preocupação foi deixada na inauguração da Feira das Energias Renováveis, uma organização da escola penamacorense, que durante dois dias ocupou o espaço do Terreiro de Santo António. No discurso que antecedeu a abertura, Helena Pinto afirmou que não é contra outras escolas que promovem cursos deste tipo “mas queremos que haja uma preocupação da parte das estruturas centrais na distribuição destes cursos, de modo a pensar no futuro destas escolas pequenas e dos concelhos pequenos como o nosso”.
A organização da feira é uma forma de mostrar à comunidade o trabalho da escola, mas também motivar os alunos para o empreendedorismo. O secretário de Estado Adjunto, da Indústria e do Desenvolvimento, que esteve em Penamacor para inaugurar a feira, felicitou a escola pela aposta na formação profissional em energias renováveis, sublinhando que esta é uma área estratégica para o país. Para Fernando Medina “esta aposta nas energias renováveis é não só uma necessidade (..) mas uma enormíssima oportunidade da captação de emprego e de investimento”.
O concelho de Penamacor tem actualmente um parque eólico que ronda os 80 megawats e prepara-se para produzir electricidade através do canal de transvaze entre as barragens do Sabugal e da Meimoa. A estes investimentos junta-se a formação, com o presidente da Câmara Municipal de Penamacor a elogiar trabalho feito pela escola.
“O agrupamento de escolas, em parceria com a câmara municipal, tem feito um óptimo serviço para que no futuro os jovens possam ter uma saída profissional”, sublinhou Domingos Torrão, pedindo que sejam dadas condições para que o curso continue no concelho.
A diminuição do número de alunos no Agrupamento Ribeiro Sanches poderá também ter consequências para além da formação de turmas. Helena Pinto chama a atenção para o facto de a escola também poder vir a perder professores.
“Em regime de professores do quadro se não houver horário para todos vão ter que entrar em horário zero e ser colocados noutras escolas”, explica a directora, que espera não chegar a esta situação. A escola sede do agrupamento tem cerca de 300 alunos e o último ano lectivo começou com menos 30 alunos de diversos anos.
Ficheiro aúdio:
Helena Pinto - Directora do Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches
ESCOLAS NÃO FECHAM SEM ACORDO
O Secretário de Estado da Educação garante que não vão encerrar escolas "sem a concordância dos autarcas e da comunidade escolar". Reunido esta manhã em Castelo Branco com os autarcas do distrito, João da Mata, garantia no final, à comunicação social, o encerramento, no próximo ano lectivo, apenas das escolas que tenham "melhores soluções".
Segundo o Secretário de Estado da Educação, a resolução de Conselho de Ministros de encerrar, no próximo ano lectivo, as escolas com menos de 21 alunos "vem no seguimento do que já estava estipulado desde 2006 e previsto nas cartas escolares dos municípios". João da Mata rejeita as críticas de uma solução a "regra e esquadro" e garante que o interesse das crianças está em primeiro lugar "estamos a falar de escolas, na sua esmagadora maioria, constituídas por uma única sala, onde o professor ensina ao mesmo tempo alunos do 1.º ao 4.º ano, que promovem o isolamento profissional dos professores e que não têm as condições necessárias para o sucesso escolar como refeitório, sala de informática, biblioteca, ginásio, ensino da música, nem permitem a concretização de escola a tempo inteiro".
Carlos Pinto está de acordo com o princípio mas discorda do método "o ministério não pode andar sistematicamente a instabilizar o sistema". No caso da Covilhã, são seis as escolas sinalizadas para encerramento (Casegas, Ourondo, Coutada, Barco, Vales do Rio e S. Jorge da Beira) quatro delas com menos de 10 alunos e duas com menos de 20. O autarca está disponível para celebrar um acordo com o ministério "contratualizemos a estabilidade da rede escolar com base na carta escolar que já existe". Mas para isso, segundo o autarca, tem que existir investimento nos centros escolares "que é uma coisa que o governo não tem cuidado porque os fundos comunitários para este efeito já não existem". Para o autarca covilhanense, e com base neste princípio, "se o acordo for possível, tudo bem, se não for possível tudo mal e não iremos permitir o encerramento de escolas."
Apesar de não ter sido "totalmente conclusiva", para Manuel Frexes foi dado um passo importante "é que passámos de uma situação em que somos confrontados com uma carta da DREC com a listagem de escolas a encerrar para uma garantia do secretário de estado que não vão avançar sem o acordo das autarquias, o nosso desacordo já foi expresso, agora espero por uma reunião para operacionalizarmos esta matéria e sabermos com que linha nos cosemos".
Uma reunião onde estiveram ausentes os autarcas de Belmonte e Penamacor.
No caso de Castelo Branco, Joaquim Morão diz que no concelho a situação está "resolvida" com a criação de três centros escolares, "onde foram investidos 6 milhões de euros" e que se localizam "na cidade, em Alcains e em S. Vicente da Beira".
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Escola promove ‘marcha do coração’
Este evento foi uma iniciativa da professora e alunos da EB1 de Pedrógão de S. Pedro, do Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches, em colaboração com os encarregados de educação. Pela primeira vez a aldeia de Pedrógão viveu um dia diferente marchando pelo bem do “Coração”.
A Junta de Freguesia para além de ter apoiado esta iniciativa, ofereceu t-shirt, bonés e o lanche a todos os participantes.
O percurso foi estudado ao pormenor com a ajuda dos pais. Assim, durante cerca de uma hora e meia, mais de meia centena de marchantes caminharam pela aldeia e arredores, podendo neste percurso beneficiar de ar puro e ainda observar a beleza das fontes romanas, Fonte da Prata e Fonte do Sabarnel.
Terminado o percurso e já no pátio da escola, os pais preparam o lanche reconfortante com sandes, águas, sumos e muita fruta. Esta pequena pausa serviu para recompor forças e poderem ainda continuara a participar nas actividades programadas.
Fizeram-se jogos tradicionais, envolvendo pais e filhos e por fim os alunos cantaram e fizeram uma coreografia munidos de uma mascote: o "Coração Marchante".
Foi na verdade uma manhã de sábado muito agradável que decorreu num ambiente de muita harmonia e bem-estar.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Centro Educativo de Penamacor com projecto aprovado
Está decidido e aprovado o Centro Educativo de Penamacor, que vai concentrar na sede de concelho todos os alunos do 1.º ciclo, encerrando por completo as escolas existentes nas aldeias do concelho. Ainda se chegou a falar na construção de raiz de uma escola que concentrasse os alunos do 1.º ao 4.º ano de escolaridade, mas a candidatura agora aprovada acabou por ditar a requalificação e ampliação da actual Escola Básica do 1.º ciclo de Penamacor, junto ao cemitério.
O espaço físico existente há muito que reclama por obras, uma vez que nos últimos anos tem recebido os alunos das escolas que o Ministério da Educação sinaliza para encerrar.
Em Penamacor das 12 freguesias apenas quatro têm a escola a funcionar, nomeadamente Penamacor, Pedrógão de S. Pedro, Benquerença e Aldeia do Bispo.
As obras do futuro Centro Educativo de Penamacor, com um valor de um milhão e 700 mil euros, serão financiadas a 70 por cento por fundos comunitários do QREN, O Quadro de Referência Estratégico Nacional, sendo os restantes 30 por cento suportados pela autarquia e estão previstas arrancarem no primeiro trimestre de 2009 da qual faz parte a ampliação do parque escolar. Aliás, este foi o principal motivo da candidatura que a autarquia preparou ao QREN e que viu agora a sua aprovação.
O autarca admite que actualmente a escola do 1.º ciclo de Penamacor não tem condições para acolher todos os alunos, mas com a candidatura aprovada e dada luz verde para avançar a obra, Domingos Torrão acredita que a escola terá capacidade de resposta, com uma requalificação que passará por dotar a escola com uma biblioteca mais apetrechada, remodelação das salas de aula e áreas exteriores de recreio, sala de informática mais adequadas e uma cantina com refeitório. Terá ainda um mini auditório e um ginásio para a prática desportiva e actividades de enriquecimento curricular. Está ainda previsto a construção de um polidesportivo ao ar livre para a realização das actividades escolares.
O Centro Educativo, refere a vereadora da Educação, Ilídia Cruchinho, “terá todas as condições de ensino e aprendizagem, não só do número de salas de aula que vai aumentar como também de todas as estruturas de apoio”.
Tendo em conta que o Ministério da Educação aponta para o encerramento de mais estabelecimentos de ensino no próximo ano lectivo, o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos continua a rejeitar a ideia da escola como travão de desertificação, asseverando ser “uma completa ilusão e até mesmo um pouco fraudulento dar a ideia às pessoas que são as escolas que promovem o desenvolvimento das aldeias. As escolas deixaram de ter alunos porque as freguesias deixaram de ter pessoas. Não foi o contrário”, conclui o governante.
Para Valter Lemos o Centro Educativo de Penamacor é visto com o objectivo de “garantir uma escola mais alargada e com igualdade de oportunidades”.
Numa primeira fase o Centro Educativo vai concentrar os alunos do 1.º ciclo uma vez que enquanto for possível as crianças do pré-escolar vão continuar nas suas aldeias, justificado pelo critério de proximidade.

