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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Desenvolvimento Económico Local na UBI

Desenvolvimento sustentado, produção agrícola, cultura biológica e desenvolvimento regional e local foram os principais temas desenvolvidos nos dois dias de colóquio sobre o “Desenvolvimento Económico Local: o alimento como (base do) nosso sustento.”         
         
 
A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas recebeu nos dias 30 e 31 de maio, o colóquio sobre o “Desenvolvimento Económico Local”, que foi subdividido em quatro painéis ao longo dos dois dias.
 
No primeiro dia do colóquio, foram desenvolvidos três temas dos quatro painéis. O primeiro, com o nome “Sistema Agrícola em Portugal”, iniciou com a palestra de Anabela Dinis, professora auxiliar do Departamento de Gestão e Economia. Anabela Dinis falou sobre a agricultura em Portugal e na região da Beira Interior. No nosso país existem poucos jovens a trabalhar na agricultura. Segundo aquela docente “temos quase metadeda produção agrícola a cargo de pessoas com mais de 65 anos; enquantoa média europeia dos produtores com mais de 65 anos não chega a um terço”. Na sua intervenção, foram ainda referidosos produtos alimentares que em Portugal mais são importados e exportados.
 
O colóquio seguiu com Celestino de Almeida, professor da Escola Superior Agrária, do Instituto Politécnico de Castelo Branco, que destacou três tipos de agricultura. A agricultura empresarial que tem como objetivo pôr os produtores a ganhar dinheiro; a agricultura de forma complementar, que é a mais utilizada na Beira Interior, em que o “rendimento decorre de forma de autoconsumo e de algumas rendas”; e por fim temos a agricultura de subsistência, na qual os agricultores vivem com aquilo que produzem.
 
O primeiro painel encerrou com Anabela Martins e Rui Macedo, empresários agrícolas que exploram hectare de framboesas em Penamacor. Os jovensregressaram à sua terra natal para trabalharem na agricultura, depois de estarem a viver alguns anos na capital portuguesa. Os motivos que levaram o casal a dedicar-se à produção deste fruto, segundo Rui Macedo, são “um gosto muito forte pelas framboesas, e também por ser um fruto que reproduz logo depois de um ano da sua plantação”. Ao longo da sua intervenção, Rui ainda falou da importância da agricultura e da sua experiência como produtor.
 
“Fora para dentro: Tendências Atuais” foi o tema do segundo painel, que abriu com a intervenção de Ana Ventura, professora da Escola Superior de Educação e Desporto do Instituto Politécnico da Guarda. Através das “Investigações políticas de desenvolvimento dos espaços Rurais em Portugal”, Ana Ventura falou da investigação que desenvolveu nos últimos anos sobre a região das “Terras do Demo”,e mostrou a sua preocupação pelo facto de algumas aldeias destes concelhos estarem a perder população e possuírem uma enorme riqueza a nível patrimonial, a nível de turismo e espaço rural.
 
Rui Soares, empresário fechou a sessão de conferências do segundo painel. A sua apresentação foi sobre a “Casa do Refúgio”, que se iniciou no ano de 2002 como um projeto de desenvolvimento regional, relacionado com as áreas de produção agrícola, turismo e cultura da Covilhã.
 
O último painel do primeiro dia “Paradigmas de Produção e Distribuição” abriu com a conferência da jornalista Dulce Gabriel que mostrou à plateia o projeto “Refood Covilhã”. Este projeto, já existente em Lisboa tem como objetivo acabar com a fome em bairros urbanos e com o desperdício de alimentos preparados, através da distribuição de refeições a famílias carenciadas.
 
Sofia Hartley desenvolveu o “Programa Origens” do Intermarché, no qual já trabalha há sete anos. O projeto foi criado em Portugal no ano de 1999, tendo como objetivo incentivar a produção nacional para desenvolver a economia regional, e o desenvolvimento económico do país, na produção de horto-frutículas, peixe e carne.
 
Margarida Vaz, professora do Departamento de Gestão e Economia encerrou o dia das conferências falando sobre o sistema de produção e distribuição alimentar local e global. Na sua intervenção aquela especialista alertou para os problemas futuros ao nível da distribuição de alimentos. “Com o crescimento populacional e as alterações climáticas, nos próximos anos poderá haver escassez de alimentos assim como de água potável”, afirmou a professora.
 
O segundo dia da conferência foi constituído pelo quarto painel “Reflexão sobre o Consumo na Comunicação. O colóquio sobre o Desenvolvimento Económico Local encerrou com a Oficina de Ideias: Modelos exemplares & Boas Práticas.
 
O evento foi organizado pelo Departamento de Gestão e Economia e Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade da Beira Interior em parceria com o projeto Clube de Alimentação Saudável e Agricultura Sustentável (CASAS) e Instituto de Investigação de Prout em Portugal (PRIP).
 
 
Autora: Liliana Serafim in "urbietorbi"

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Sessão de Assinatura do Protocolo de Colaboração entre a MédioTejo21

PROENÇA-A-NOVA – Realiza-se no próximo dia 29 de Maio, na Sala de Sessões do Município de Proença-a-Nova, a sessão de Assinatura do Protocolo de Colaboração entre a MédioTejo21 – Agência Regional de Energia e Ambiente do Médio Tejo e Pinhal Interior Sul e a CIMBB – Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa.
A sessão tem início marcado para as 11h15 e contará com a presença do Eng. João Paulo Catarino, Presidente do Conselho Intermunicipal da CIMBB, do Dr. Vasco Estrela, Presidente do Conselho de Administração da MédioTejo21, e da Dra. Maria do Céu Albuquerque, Presidente da CIMT – Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.
Este Protocolo de Colaboração visa permitir aos municípios abrangidos pela CIMBB (Vila Velha de Ródão, Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Penamacor, Proença-a-Nova e Oleiros) usufruírem das linhas de trabalho, programas e processos que a Agência de Energia coloca ao serviço dos seus associados, como projectos integrados para mecanismo de integração de tecnologias e soluções de equipamentos, estratégias para a sustentabilidade energética, captação de oportunidades de investimento, entre outros.
De referir ainda que este Protocolo de Colaboração é assinado no dia em que a MédioTejo21 comemora o seu 5º aniversário.
 
Autor: Gerson Ingrês in "local.pt"

sexta-feira, 23 de maio de 2014

41 ESCOLAS SINALIZADAS NO DISTRITO

 
Ministério da Educação propõe para encerramento 41 escolas do primeiro ciclo no distrito de Castelo Branco. O concelho da Covilhã é o que tem mais escolas na lista, num total de 12, seguido de Castelo Branco com 10, Fundão seis, e Sertã cinco.
 
Para Dulce Pinheiro, dirigente distrital do Sindicato dos Professores da Região Centro, a confirmarem-se estes encerramentos, será uma catástrofe para o distrito “nós neste momento temos 122 escolas no distrito e se encerrarem as 41 que estão previstas é uma catástrofe para o interior, para estas populações, e também uma catástrofe em termos de emprego porque sabemos que esta redução de escolas vai corresponder a um abate cego de número de professores e número de auxiliares de acção educativa, que vão ficar sem emprego”.
Das escolas propostas para encerramento há casos em que já eram salas de apoio e onde existem apenas 5 alunos, de que é exemplo o Barco, no concelho da Covilhã, mas há três casos em que a proposta de encerramento vai para escolas com um número acima dos 21 alunos previstos na lei “por exemplo Aldeia do Bispo, em Penamacor, que tem 23 alunos, o jardim de infância tem 6, portanto há uma perspectiva de continuidade e também está previsto o seu encerramento, a única coisa que aqui se entende nesta orientação é a orientação economicista”.
No caso de Penamacor, apesar do compromisso assumido pelo anterior executivo de encerrar as escolas depois da construção do centro escolar da vila, o número de crianças que frequentam a escola de Aldeia do Bispo ainda não justifica esse encerramento. Uma situação já contestada pela autarquia junto da delegação regional de educação do centro.
 
 
Autora: Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Incêndios: Dispositivo com 699 operacionais e três helicópteros em Castelo Branco

O distrito de Castelo Branco vai ter este ano no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF), 699 operacionais, 149 veículos e três helicópteros informou o comandante operacional distrital do Comando de Operações de Socorro (CDOS) de Castelo Branco.
Na fase Charlie, de 01 de julho a 30 de setembro, "o dispositivo de resposta operacional que nós vamos ter inclui 699 operacionais no terreno, com 149 veículos apoiados por 145 equipas e três helicópteros sediados no distrito, um no centro de meios aéreos da Covilhã, um em Castelo Branco e outro em Proença-a-Nova", disse Rui Esteves à agência Lusa.
O comandante do CDOS sublinhou que o distrito conta com uma cobertura aérea, "com excelentes condições e que inclui três centros de meios aéreos a funcionar em pleno".
Além destes meios, Rui Esteves explicou que podem, perante uma qualquer circunstância, solicitar a utilização de um meio de coordenação da Força Aérea Portuguesa (FAP) ou recorrer a um helicóptero privado [da Afoselca] sediado em Penamacor.
 
O distrito conta ainda com dois aviões médios anfíbios que este ano regressam a Proença-a-Nova, onde vão ficar sediados, de forma a poder intervir de uma forma mais rápida e eficaz em qualquer teatro de operações, sempre que se justificar.
Rui Esteves referiu que um dos objetivos passa por garantir a permanente segurança das forças operacionais em todas as fases, mas em especial na fase mais crítica [fase Charlie].
Para o efeito, o Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) fez um guia prático de bolso para todos os bombeiros.
"Este guia está a ser distribuído por todos os bombeiros, no sentido de perceberem e terem permanentemente a informação necessária para os cuidados e segurança de forma a que não corram nenhum risco em nenhuma circunstância", realçou o comandante do CDOS de Castelo Branco.
O fortalecimento e a cooperação entre todas as entidades é uma das prioridades de Rui Esteves que quer ver deste modo ampliada a capacidade do sistema de proteção e socorro.
"É importante envolver todos os intervenientes como temos feito e fizemos até aqui no planeamento, para que possamos agilizar a execução de modo a obter melhores resultados", adiantou.
"Falamos de um dispositivo integrado que envolve muitas entidades", explicou Rui Esteves, que realçou ainda o papel das câmaras municipais, "fundamentais para que possamos ter sucesso neste processo".
O comandante do CDOS referiu também a importância de envolver os cidadãos no processo.
"Importa também envolver o cidadão para que seja uma parte do todo e nos ajude a fazer uma prevenção mais efetiva, não tendo comportamentos de risco", adiantou.
Rui Esteves considerou que o sucesso em relação a um dispositivo de combate a incêndios florestais, "depende de cada um de nós mas também depende muito do cidadão. Todos somos muito importantes para manter Portugal sem fogos", referiu.
 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Final regional de Gira-volei juntou mais de 300 atletas

 
O Parque Urbano do Rio Diz foi palco, na última quinta-feira, da final regional de Gira-volei da Guarda que reuniu mais de 300 atletas do distrito e ainda de algumas escolas dos distritos de Castelo Branco. Apuraram-se para o encontro nacional, que vai decorrer a 6 e 7 de junho na Maia, as duas melhores duplas de cada escalão de ambos os sexos. Jorge Florêncio, diretor técnico regional da Associação de Voleibol da Guarda, realçou que participaram nesta final regional «jovens vindos de ambos os distritos, desde Penamacor até Seia e Figueira de Castelo Rodrigo». O também técnico da Federação Portuguesa de Voleibol e filho do antigo árbitro internacional com o mesmo nome frisou que o Gira-volei «permite levar o voleibol a todos os pontos do país onde normalmente não se pratica esta modalidade, que está mais concentrada no litoral». Com regras diferentes e com jogos de 2x2, o Gira-volei permite também «a deteção de talentos nessas áreas que podem passar diretamente para as seleções juvenis concentradas como já aconteceu, por exemplo, com alguns atletas de Seia que neste momento estão na seleção nacional e deram os primeiros passos no Gira-volei, nomeadamente o Alexandre Ferreira».
 
In jornal "O Interior"

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Água da chuva “limpa” milhões aos municípios

A Beira Interior paga tarifas de água e saneamento das mais elevadas do país. Fundão, Penamacor e Belmonte receiam impacto da dívida à Águas do Zêzere e Côa na sustentabilidade financeira dos municípios...
 
É PRECISO separar as águas. A expressão ganha cada vez mais sentido entre os autarcas dos municípios que integram o Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Alto Zêzere e Côa (AZC), criado em Julho de 2000 para melhorar a resposta às populações no que diz respeito ao abastecimento de água e ao tratamento de águas residuais.
Catorze anos depois, o entusiasmo inicial já deu lugar à apreensão e as faturas da água e do saneamento (tratamento de águas residuais) são uma forte dor de cabeça para os autarcas. A apreensão é generalizada na Cova da Beira e os autarcas dos municípios do Fundão, de Penamacor e de Belmonte são unânimes: as tarifas são “incomportáveis” e têm de ser revistas.

Toda a reportagem na edição semanal.
 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Cartografia digital de 13 municípios quase concluída

A Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB) disponibilizará brevemente a cartografia digital das 13 autarquias associadas, num projeto concretizado pela empresa Municípia, à qual foi adjudicado o trabalho.
 
Com estes novos mapas, as autarquias vão poder modernizar a gestão territorial, uma vez que a cartografia digital «permite superar as limitações dos mapas analógicos e promover o uso dos Sistemas de Informação Geográfica, o que facilita o trabalho dos técnicos das autarquias e, consequentemente, o serviço prestado aos munícipes». O projeto consiste na execução de cartografia numérica vetorial de uma área de cerca de 557 mil hectares (à escala 1:10.000 e 1:2000) e que abarca os concelhos de Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Guarda, Manteigas, Mêda, Penamacor, Pinhel, Sabugal e Trancoso. Foi ainda elaborada uma ortofotocartografia à escala 1:2.000 para os respetivos núcleos urbanos.
A cartografia será integrada no Sistema de Informação Geográfico da AMCB (em sig.amcb.pt), que permite ao cidadão a emissão de plantas de localização ou delimitação de parcelas/consulta de informação no atual PDM. O projeto representou um investimento de cerca de 500 mil euros, comparticipados pelo Fundo de Coesão Social, no âmbito do ProtecMUN desenvolvido pela AMCB com o apoio da Autoridade Nacional de Proteção Civil.
 
In jornal "O Interior"

domingo, 13 de abril de 2014

AECBP: ÓRGÃOS RECANDIDATAM-SE

Rádio Cova da Beira
As eleições ainda não estão marcadas, mas a decisão está tomada. João Carvalho, na Assembleia Geral, José Damasceno, no Conselho Fiscal e Carlos Delgado na direcção, assim como o actual presidente da comissão executiva da direcção voltam a apresentar-se ao sufrágio dos associados. 

Sexta, 11 de Abril de 2014 por Paulo Pinheiro in "Rádio Cova da Beira"

De acordo com Miguel Bernardo, o projecto dos actuais responsáveis está em curso, agora é tempo de saber quais os resultados
“Mal seria termos feito toda a preparação da sementeira, que demorou anos, e agora que estamos á espera que possa nascer alguma coisa irmos embora. Já agora temos obrigação de fazer a colheita do que semeamos o bom e o mau”, sublinha o dirigente.
Após dois mandatos, o presidente da comissão executiva da AECBP afirma que a tudo aquilo que foi projectado está cumprido e a associação não pode passar por aquilo que no passado recente aconteceu
“ Foi muito mau para a instituição, demorou muito tempo, havia quem adivinha-se o fecho da associação, a verdade é que tranquilamente ninguém ouviu falar de nós e não ficámos a dever nada a ninguém”, que acrescenta “ o processo de substituição tem que ser preparado e do ponto de vista de funcionamento da associação não há nenhuma razão objectiva a que estes órgãos sociais não se recandidatem”.
Com mais de 16 mil euros de saldo positivo em 2013, a associação empresarial pretende continuar a formação, uma das áreas mais importantes nas suas receitas.
Nestas declarações à RCB, o presidente da comissão executiva da direcção da Associação dos concelhos de Covilhã, Belmonte e Penamacor pede união a todos os agentes da região para conseguirem ultrapassar os desafios que esta zona do país tem pela frente.
No final da assembleia geral daquela associação, onde os sócios aprovaram por unanimidade o relatório e contas apresentados pela direcção com uma saldo positivo superior a 16 mil euros, Miguel Bernardo defendeu que os argumentos trocados, nos últimos tempos entre os autarcas da Covilhã e do Fundão, não fazem sentido
“Penso que todos temos que construir um grande jardim. Algumas pessoas acham que roubando vasos da vizinha eram capazes de construir esse jardim, mas o importante, neste caso, ambos fazem parte de um grupo de autarcas novos, provavelmente até com estado de espírito e uma atitude de uma geração diferente daquela que estamos habituados e portanto eles têm que fazer parte da coisa pública”.
Para Miguel Bernardo, à semelhança do que acontece com os estabelecimentos comerciais, a concorrência dos municípios da região não está no outro lado da rua, por isso é necessário deixar para trás divisões
“ No caso do Fundão e Covilhã, trata-se de desaguisados que muitas vezes são mais alimentados do ponto de vista da discussão de bancada do que propriamente da discussão séria que é preciso fazer. Do ponto de vista da relação associativo temos o melhor relacionamento com a ACIF”, declara o presidente da comissão executiva da AECBP.
União é a palavra de ordem para todos aqueles que com grande resistência continuam a pretender desenvolver esta zona de Portugal.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

NOVO MAPA JUDICIÁRIO NO DISTRITO

 
 
Acaba de ser publicado em Diário da República o novo mapa judiciário. Conheça as alterações, no distrito, que estabelece o decreto lei publicado a 27 de Março, que regulamenta a lei da organização do sistema judiciário.
 
Quarta, 02 de Abril de 2014 por Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"
 
Castelo Branco, designada de instância central, é uma das 23 comarcas do país, e a sua competência territorial coincide com os 11 concelhos do distrito, prevendo um quadro de 23 a 25 juizes, dos quais um juiz presidente, sediado em Castelo Branco, um magistrado do Ministério Público coordenador, sediado em Castelo Branco e um administrador judiciário, também sediado em Castelo Branco.
Quanto às secções de competência especializada: em Castelo Branco funcionará uma secção cível (questões cíveis superiores a 50 mil euros) e uma secção criminal (crimes de competência de um tribunal colectivo ou de júri) cuja abrangência territorial coincide com todo o território do distrito. Em Castelo Branco funcionará ainda a 1.ª secção de família de menores (Castelo Branco, Idanha a Nova, Oleiros, Proença a Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão) e a 1.ª secção do trabalho com a mesma abrangência territorial.Na Covilhã funcionará a 2.ª secção de família e menores (Belmonte, Covilhã, Fundão e Penamacor) e a 2.ª secção do trabalho com a mesma área de abrangência. Ainda no que diz respeito às secções de competência especializada, no Fundão ficará centralizada a secção de comércio que terá a abrangência territorial de todo o distrito de Castelo Branco.
Quanto às secções de competência genérica, que se desdobram em cível e criminal, ficarão em Castelo Branco (Castelo Branco e Vila Velha de Ródão), Covilhã (Belmonte e Covilhã), Fundão (Fundão e Penamacor) Idanha a Nova (abrangência territorial do município de Idanha), Oleiros (Oleiros e Proença a Nova) e Sertã (Sertã e Vila de Rei). Estas secções de competências genérica tramitam e julgam as causas não atribuídas à secção da instância central, detendo competências para julgar acções cíveis de valor igual ou inferior a 50 mil euros.
No distrito, Penamacor passa a secção de proximidade onde não se realizam julgamentos mas é desempenhado um conjunto de serviços como “diligências processuais, cuja realização aí seja determinada, depoimentos prestados através de videoconferência, ou ainda actos que venham a ser determinados pelos órgãos de gestão, incluindo o apoio à realização de audiências de julgamento” pode ler-se no decreto lei.

SECUNDÁRIA DO FUNDÃO VENCE EUROESCOLA

 
 
As jovens Beatriz Correia e Filipa Brioso, alunas da escola secundária do Fundão, venceram a sessão distrital do concurso Euroescola que teve lugar em Penamacor.
 
Hoje, às 10:09 por Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"
 
Das 14 escolas participantes, o juri escolheu o trabalho das alunas da secundária do Fundão sobre "Crise demográfica: emigração, natalidade, envelhecimento", viradas para uma dimensão europeia.As duas jovens terão agora oportunidade de defender, em sessão nacional, a sua proposta e de proporcionar à escola secundária a participação nas sessões Euroescola, no parlamento europeu, em Estrasburgo. O concurso é organizado em todo o país pelo Instituto Português do Desporto e Juventude e pelo gabinete do Parlamento Europeu em Estrasburgo, em parceria com a Assembleia da República e direcções regionais da juventude de Açores e Madeira. Podem concorrer as escolas do ensino secundário que participaram no programa Parlamento dos Jovens.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Comunidade: Beira Baixa aposta no emprego

A Comunidade está a preparar o seu Plano Estratégico. | Foto: BB TV

A Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa está atenta aos desafios do novo Quadro Comunitário. A criação de emprego será um dos eixos estratégicos nos projetos a desenvolver.
 
In jornal "A Reconquista"

NOVO MAPA JUDICIÁRIO NO DISTRITO

 
Acaba de ser publicado em Diário da República o novo mapa judiciário. Conheça as alterações, no distrito, que estabelece o decreto lei publicado a 27 de Março, que regulamenta a lei da organização do sistema judiciário.
 
Quarta, 02 de Abril de 2014 por Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"
 
Castelo Branco, designada de instância central, é uma das 23 comarcas do país, e a sua competência territorial coincide com os 11 concelhos do distrito, prevendo um quadro de 23 a 25 juizes, dos quais um juiz presidente, sediado em Castelo Branco, um magistrado do Ministério Público coordenador, sediado em Castelo Branco e um administrador judiciário, também sediado em Castelo Branco.
Quanto às secções de competência especializada: em Castelo Branco funcionará uma secção cível (questões cíveis superiores a 50 mil euros) e uma secção criminal (crimes de competência de um tribunal colectivo ou de júri) cuja abrangência territorial coincide com todo o território do distrito. Em Castelo Branco funcionará ainda a 1.ª secção de família de menores (Castelo Branco, Idanha a Nova, Oleiros, Proença a Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão) e a 1.ª secção do trabalho com a mesma abrangência territorial.Na Covilhã funcionará a 2.ª secção de família e menores (Belmonte, Covilhã, Fundão e Penamacor) e a 2.ª secção do trabalho com a mesma área de abrangência. Ainda no que diz respeito às secções de competência especializada, no Fundão ficará centralizada a secção de comércio que terá a abrangência territorial de todo o distrito de Castelo Branco.
Quanto às secções de competência genérica, que se desdobram em cível e criminal, ficarão em Castelo Branco (Castelo Branco e Vila Velha de Ródão), Covilhã (Belmonte e Covilhã), Fundão (Fundão e Penamacor) Idanha a Nova (abrangência territorial do município de Idanha), Oleiros (Oleiros e Proença a Nova) e Sertã (Sertã e Vila de Rei). Estas secções de competências genérica tramitam e julgam as causas não atribuídas à secção da instância central, detendo competências para julgar acções cíveis de valor igual ou inferior a 50 mil euros.
No distrito, Penamacor passa a secção de proximidade onde não se realizam julgamentos mas é desempenhado um conjunto de serviços como “diligências processuais, cuja realização aí seja determinada, depoimentos prestados através de videoconferência, ou ainda actos que venham a ser determinados pelos órgãos de gestão, incluindo o apoio à realização de audiências de julgamento” pode ler-se no decreto lei.

quinta-feira, 27 de março de 2014

APELOS DE APOIO AOS SOLDADOS DA PAZ

Rádio Cova da Beira

No dia da segunda gala dos bombeiros do distrito de Castelo Branco o comandante operacional distrital lançou um repto às autarquias no sentido de apoiarem as corporações a renovarem o seu parque automóvel. 

Hoje, às 11:19 por Nuno Miguel in "Rádio Cova da Beira"

Rui Esteves refere que no distrito de Castelo Branco a média de idade das viaturas existentes ronda os 25 anos e a apresentação de candidaturas ao novo quadro comunitário é fundamental para concretizar esse objectivo “o distrito tem sido discriminado negativamente em relação aos fundos comunitários; enquanto a maioria dos distritos do Algarve ao Minho se puderam candidatar a viaturas novas a CCDRC entendeu que não era possível fazer candidaturas nesse sentido e nós precisamos de substituir muitas viaturas que se encontram perfeitamente obsoletas; o nosso parque de veículos está muito envelhecido e precisamos de substituir muitas viaturas porque a média de idades ronda os 25 anos”.
Um outro repto às autarquias foi deixado pelo vice presidente da direcção nacional da liga de Bombeiros. Adelino Gomes apelou ao empenho de todos os municípios no sentido de apoiarem os soldados da paz nas negociações que estão a decorrer para a revisão do pagamento dos seguros “perdemos uma série de camaradas e as suas famílias, para além de estarem ainda a sofrer a sua perda, muitas delas ainda aguardam por receber valores que lhe são devidos porque tem havido problemas gravíssimos com as seguradoras no que respeita ao pagamento de despesas hospitalares como até nas próprias pensões de sangue; estamos a negociar com a associação de municípios a revisão desta situação, o ministério da saúde também está envolvido no processo e é fundamental que os autarcas nos ajudem a concretizar este objectivo”.
Já o presidente da federação distrital congratula-se com a aposta que está a ser feita ao nível da formação. Apesar de as associações viverem em dificuldades, José Mariano sublinha que “esse esforço está a permitir que os soldados da paz estejam melhor preparados para fazer face às ocorrências; é um caminho que temos de prosseguir”.
Nesta gala as associações de Bombeiros de Belmonte, Idanha-a-Nova, Fundão e Vila de Rei homenagearam os seus próprios corpos activos. Os soldados da paz de Castelo Branco distinguiram Joaquim Morão. Os da Sertã e da Covilhã homenagearam os empresários Francisco Laia Nunes e Paulo de Oliveira. A corporação de Oleiros distinguiu Luís Antunes, adjunto do comando, enquanto que os bombeiros de Penamacor e Proença-a-Nova homenagearam as respectivas câmaras municipais. A corporação de Vila Velha de Ródão distinguiu Joaquim Lopes, antigo presidente da assembleia geral daquela associação enquanto que os bombeiros de Cernache do Bonjardim homenagearam Antunes da Silva pelo seu contributo à criação daquela corporação.

Cova da Beira tem a água mais barata dos regadios nacionais

António Gomes é presidente da Associação de Regantes da Cova da Beira e prepara-se para iniciar aquele que será o primeiro mandato com o Regadio da Cova da Beira pronto. A produção de energia a partir da água do Regadio é um dos vários projetos que pretende concretizar.
 
À BEIRA de mais um mandato (o quarto) como presidente da direção da Associação de Regantes da Cova da Beira, António Gomes prepara-se para iniciar um novo ciclo, como acontece, por esta altura nos campos quando a vida renasce. A água vai, finalmente, chegar, em iguais condições, aos 12 mil 360 hectares do Regadio da Cova da Beira, que beneficia nos concelhos do Sabugal, Penamacor, Belmonte, Covilhã e Fundão. “Até que enfim!”, desabafa António Gomes que, sendo candidato único, é o vencedor antecipado da eleição dos órgãos sociais, marcada para sábado, 29 de março.

Todo o artigo na edição semanal.
 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Tarifa de tratamento de lixo baixa três euros para 14 municípios da Beira Interior

Fundão, 24 mar (Lusa) - A tarifa que 14 municípios da Beira Interior pagam pelo tratamento do lixo vai baixar este ano três euros por cada tonelada de resíduos, anunciou hoje a empresa Resiestrela.

O valor cobrado aos municípios passará de 43,96 euros por tonelada, cobrados em 2013, para 40,94 euros, o que representa uma diminuição de 3,02 euros, cerca de 07% em termos percentuais, refere em comunicado a empresa responsável pela gestão do sistema multimunicipal.
A nova tarifa, que tem efeitos retroativos a janeiro, já foi aprovado pelo ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.
De acordo com a empresa, desde 2009 - ano em que a concessão foi transferida da empresa Águas de Zêzere e Côa para a Resiestrela - a redução do valor da tarifa fixa-se num valor global de 9,78 euros, já que passou de 50,72 euros para os atuais 40,94 euros.
A empresa explica ainda que a redução decorre de um conjunto de investimentos que têm vindo a ser efetuados ao longo do ano e que potenciaram "o aumento da eficiência de operação da empresa e o incremento de benefícios ambientais".
Entre esses investimentos contam-se a remodelação da unidade de tratamento mecânico de resíduos sólidos e a criação do sistema de aproveitamento energético do biogás produzido no aterro sanitário do Fundão.
"O término de litígios que existiam com algumas entidades há longos anos" é, segundo a empresa, outro dos motivos que contribuiu para a redução da tarifa, já que permitiu a "racionalização de custos operacionais e financeiros".
A Resiestrela é responsável pela concessão do sistema multimunicipal de triagem, recolha seletiva, valorização e tratamento de resíduos sólidos urbanos provenientes de Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Guarda, Manteigas, Penamacor, Pinhel, Sabugal e Trancoso, num total de cerca de 200 mil habitantes.

BANCO ALIMENTAR TEM NOVA DELEGAÇÃO

Rádio Cova da Beira
Está formalmente constituída a delegação de Castelo Branco do banco alimentar contra a fome. A ideia surgiu na sequência da fundação da associação “Repartir”, que já prestava apoio a 16 instituições, mas que pretendia alargar o seu raio de acção e para isso desenvolveu conversações com a federação nacional dos bancos alimentares com o intuito de concretizar essa transformação.

Domingo, 23 de Março de 2014 por Nuno Miguel in "Rádio Cova da Beira"

Carla Massano, presidente da direcção, sublinha que a partir de agora as responsabilidades são acrescidas uma vez que, para além de Castelo Branco, o banco também vai desenvolver a sua actividade nos concelhos de Penamacor, Idanha, Vila Velha de Ródão e Proença-a-Nova “foi para a concretização desse objectivo que trabalhamos e por isso este dia significa o reconhecimento da federação dos bancos alimentares de que soubemos organizar e estruturar uma equipa e reunir as condições físicas e materiais para o tornar uma realidade e por isso estamos muito orgulhosos”.
Já presidente da federação nacional de bancos alimentares, mostra-se satisfeita pela concretização deste objectivo uma vez que há já vários anos que Castelo Branco mostrava interesse em acolher a sede duma delegação do banco alimentar, que é a vigésima primeira que está a funcionar em todo o território nacional. Isabel Jonet sublinha que “foi feito um caminho com uma equipa que ser banco alimentar em Portugal é fazer parte dum todo que tem regras de funcionamento muito próprias; como Castelo Branco quis um banco alimentar então esta nova delegação vai ter que ajudar toda a federação a executar a sua principal missão que passa pelo combate ao desperdício alimentar”.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Boccia em Proença-a-Nova

Realizou-se no passado dia 29 de janeiro, no Pavilhão Municipal de Proença-a-Nova, a 1.ª concentração da modalidade de Boccia que incluiu alunos de todo o distrito de Castelo Branco.
Por Direção-Geral da Educação - Record

Realizou-se no passado dia 29 de janeiro, no Pavilhão Municipal de Proença-a-Nova, a 1.ª concentração da modalidade de Boccia que incluiu alunos de todo o distrito de Castelo Branco.A atividade contou com um número recorde de equipas participantes, provenientes dos Agrupamento de Escolas de Proença-a-Nova, Sertã, Gardunha e Xisto (Fundão), Teixoso e Ribeiro Sanches (Penamacor), facto que veio consolidar esta modalidade no contexto do desporto escolar neste distrito. O nível de jogo apresentado foi bastante satisfatório, com as equipas mais experientes, que desenvolvem esta modalidade há mais tempo (Proença-a-Nova e Penamacor), a distinguirem-se com muita facilidade. No jogo que decidiu a equipa vencedora desta concentração, a equipa de Penamacor superiorizou-se por 7-5 no total dos 6 parciais.A segunda fase realiza-se em Teixoso, no dia 19 de fevereiro, estando prevista para o dia 19 de março, a terceira e última concentração, em Penamacor.
 
Classificação final:
1.º AE Ribeiro Sanches (Penamacor)
2.º AE Proença-a-Nova
3.º AE Teixoso
4.º AE Sertã
5.º AE Gardunha e Xisto (Penamacor)
 
In revista "Sábado"

A despedida da velha rodoviária de Castelo Branco

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A CRIMINALIDADE DA SEMANA

 
 
À GNR do distrito foram apresentadas na última semana 48 denúncias, 20 das quais de crimes de furto em propriedades ou veículos. O maior prejuízo ocorreu em Alcains, onde a GNR investiga o furto a uma propriedade industrial de onde desconhecidos levaram casacos de fato no valor próximo dos 14.500 euros.
 
Hoje, às 10:54 por Paula Brito in "Rádio Cova da Beira"
 
Ainda no concelho de Castelo Branco, na freguesia de Lousa, o furto a uma residência rendeu 5 mil euros em dinheiro, em Tinalhas levaram quadros de colmeias de uma propriedade agrícola no valor próximo dos dois mil euros.
Já no Tortosendo, a GNR investiga um furto a uma propriedade privada de onde levaram metais não preciosos provocando prejuízos superiores a 5.700 euros, em Idanha a Nova o furto de um posto de transformação no valor de 10 mil euros está também a ser investigado pela GNR.
Do relatório semanal da GNR destaque ainda para dois furtos no concelho de Penamacor: desconhecidos levaram de um barracão ferramentas agrícolas e industriais, em Aldeia de João Pires o furto a uma residência provocou prejuízos de dois mil euros.
Dos 28 crimes contra as pessoas registados pelo comando territorial de Castelo Branco da GNR, 10 foram crimes de violência doméstica. Dos 9 crimes contra a sociedade, 5 foram por condução sob efeito de álcool com taxas entre o 1,35 g/l e 1,47.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Cuidados continuados de Castelo Branco abrem em 2014

 
A Unidade de Cuidados Continuados de Castelo Branco poderá abrir portas nos próximos meses, depois de o Governo ter autorizado o funcionamento de estruturas do género em Idanha-a-Nova e Penamacor.
A obra promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco está pronta há vários meses mas ainda não há uma data concreta para a sua entrada em funcionamento, apesar das garantias do Governo.